Boa Vista

Dia de autógrafos marca lançamento de livros produzidos por alunos de escola do campo

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Alunos da Escola Municipal José David Feitosa Neto, localizada no P.A Nova Amazônia, Região do Murupu, tiveram nesta terça-feira, 28, uma manhã especial de autógrafos que marcou o lançamento de 12 livros produzidos pelos próprios alunos, por meio do programa ‘SuperAutor’, um projeto nacional de letramento que visa estimular o hábito da leitura e escrita nas crianças.

Os livros abordam diferentes temáticas de acordo com a experiência de cada aluno

Os livros, que foram escritos e ilustrados pelos próprios alunos, com envolvimento de professores e familiares, abordam diferentes temáticas de acordo com a experiência de cada aluno. A gestora da unidade, Célia Costa, destacou a importância do programa para o ensino/aprendizado dos alunos.

“Estimular esse hábito desde muito cedo é garantir um futuro de sucesso para essas crianças. Além disso, todo o processo é importante, pois conta com a participação direta dos pais junto aos filhos e comunidade escolar, sendo essa integração fundamental para o efetivo desenvolvimento das crianças. Este ano vamos nos inscrever novamente e esperamos uma maior participação” disse.

Josean Silva, pai do João Lukas, fez questão de marcar presença no lançamento do livro do filho

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PEQUENOS ESCRITORES – João Lukas Correia Silva, de 8 anos, contou um pouco da sua própria história em seu livro, intitulado: A vida de um menino aventureiro. “Gostei muito do livro, principalmente na parte onde tem a foto de toda a minha família reunida. Quero escrever outro e será sobre dinossauros, que eu adoro”, contou.

O pai, Josean Silva, compareceu ao dia de autógrafos do filho e ficou orgulhoso do resultado. “Pegar no livro que foi escrito por ele é muito gratificante e fiquei impressionado com o capricho. Gostei muito da iniciativa, pois desenvolve a intelectualidade da criança e a incentiva a saber contar histórias”, disse.

A aluna Ana Clara dedicou seu livro à mãe, Joeli Moreira, que também contribuiu no processo de criação 

Já Ana Clara Moreira Alves, de 11 anos, optou pelo lúdico, com a história “A princesa guerreira Linar, o feiticeiro Tito e o Dragão Felício”. “Escrevi com base em um desenho que gostava muito quando era mais nova. A mensagem do livro é que mesmo você ainda não tendo o que é preciso é importante continuar lutando para conquistar o que se deseja”, falou.

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A mãe, Joeli Moreira, fez questão de estar presente no lançamento do livro da filha. “Ver uma ideia que foi pensada em conjunto com a família e a escola transformar em um livro é maravilhoso. Para ela é muito importante, pois tenho certeza que esse processo de criação do livro ela levará para a vida”, explicou.

De forma envolvente e divertida a professora Valdinete Rodrigues lançou um livro para explicar o uso da letra H

LETRA H – E para quem pensa que só os alunos tiveram o seu dia ‘de fama’, está muito enganado. A professora da unidade, Valdinete Rodrigues, lançou o livro, O Reino Alfabeto: A História da Letra H. Ela afirmou que a ideia surgiu por conta da dificuldade das crianças em assimilarem que a tal letra não produz som.

“As crianças sempre me perguntam porque a letra H não tem som. Por conta disso decidi criar essa história que conta, de forma lúdica, como a letra perdeu o som e de que forma é usada. A ideia é que sirva de ferramenta de aprendizado não só para os alunos, mas também para os professores”, falou.

SUPERAUTOR – Protagonistas de suas próprias histórias, os alunos são estimulados à autonomia e a criatividade em sala de aula, escrevendo e ilustrando um livro profissional de forma a contribuir com o processo de letramento e alfabetização. Escolas interessadas em ingressar no Programa devem fazer a inscrição por meio do site: https://superautor.com.br/.

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LINK DAS FOTOS:

Welika Matos – https://flic.kr/s/aHBqjAtXJ8

Fonte: Prefeitura de Boa Vista – RR

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AGOSTO DOURADO – Programação reúne mães e famílias para fortalecer a amamentação e os vínculos

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A amamentação não é apenas sobre alimentação. Envolve cuidado, vínculo e também uma rede de apoio. Foi com esse olhar que a Prefeitura de Boa Vista promoveu na tarde desta sexta-feira, 28, o “Mamaço pelo cuidado na Primeira Infância” na Praça do Mirandinha. O evento reuniu cerca de 50 mães atendidas pelo programa Família que Acolhe (FQA), além de familiares e apoiadores.

Mamães, bebês e familiares participaram da programação

Organizado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SEMADS), em parceria com as secretarias municipais de Saúde (SMSA) e de Governo (SMGOV), o encontro integrou a programação do Agosto Dourado e do Mês da Primeira Infância de Boa Vista, que neste ano teve como tema “Infância Protegida – Todo Cuidado Conta”.

Além de troca de experiências, acolhimento e registros fotográficos das mães com os filhos, as famílias participaram de estações com orientações sobre amamentação, saúde da mãe e do bebê, além do papel e a importância da rede de apoio. A programação contou ainda com lanche e entrega de kits para as mamães. Para a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Nathália Cortez, todo esse cuidado precisa envolver toda a família.

“A amamentação não é uma responsabilidade que deve ser colocada apenas sobre a mãe”, disse a secretária Nathalia Cortez

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“O ato de amamentar não é um ato isolado. Não é só a mãe. Toda a família em volta precisa participar desse momento com essa mãe, hidratando, cuidando emocionalmente, apoiando e ajudando com o bebê. E hoje nós estamos aqui falando sobre a saúde da mãe e do bebê e também sobre o papel da rede de apoio e do fortalecimento de vínculos entre toda a família”, disse.

Além de fortalecer o vínculo entre a mãe e o bebê, o leite materno é fonte dos principais nutrientes e anticorpos necessários para a criança nos primeiros meses de vida. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação exclusiva até os seis meses e que ela se prolongue até os dois anos ou mais.

Referência técnica de Saúde da Criança, Patrícia Costa

“É tão eficiente que a gente costuma falar que o leite materno é a primeira vacina do bebê. É importante também para a mãe, porque vai ajudar na recuperação do pós-parto, para que ela se restabeleça mais rápido e também na construção do vínculo com aquele novo ser humano”, apontou a referência técnica de Saúde da Criança, Patrícia Costa.

Aprendizado que envolve toda a família

Equipes promoveram estações para orientações sobre amamentação, saúde da mãe e do bebê e o papel da rede de apoio

Foi buscando informação e apoio que Marcos Fenelon e Ana Raquel chegaram ao Família que Acolhe (FQA) durante a gestação da primeira filha, Agatha Safira. Para a mãe, viver a maternidade pela primeira vez trouxe muitas dúvidas e o acompanhamento ajudou a viver o momento de forma mais tranquila.

Ana Raquel e Marcos participaram do evento com a filha Agatha Safira

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“Como é a minha primeira filha, foi um desafio. Então eles vêm tirando dúvidas, esclarecendo muitos questionamentos e eu tenho aprendido bastante sobre a amamentação e o aleitamento, como cuidar de um bebê. Foi muito necessário”, contou Ana Raquel.

Já para Marcos, a chegada da filha trouxe uma nova perspectiva sobre a paternidade, além da importância de ter a família por perto. “A gente toma aquele choque e pensa: ‘Meu Deus, e agora?’. Mas Deus deu força e discernimento. A minha família também ficou em peso à nossa volta. Então eu não tive nenhum problema. Era uma criança que já existia no pensamento da família antes de acontecer. E aí, quando ela veio, foi só felicidade”, contou.

Este ano, a ação ocorreu na Praça do Mirandinha

Entre as participantes do evento também estava Eukaris Margarita, mãe de Eliana, de oito meses. Ela participa do Família que Acolhe há quatro anos, desde a gestação da primeira filha, e destacou o quanto o programa fez parte da sua trajetória como mãe.

Eukaris com a caçula Eliana

“São quatro anos de muito aprendizado, de orientações e de momentos em que eu pude tirar dúvidas e me sentir mais preparada para cuidar dos meus filhos. Hoje, com a Eliana, eu continuo levando comigo tudo o que aprendi. Sou muito grata por ter esse acompanhamento”, falou.

Fonte: Prefeitura de Boa Vista – RR

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