CNJ

Cejusc-Saúde: Justiça Federal da 3ª Região busca reduzir judicialização

Publicado em

Compartilhe

O desembargador federal Mairan Maia, representando a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargadora federal Marisa Santos, participou na segunda-feira (12/12), da assinatura do termo de cooperação e lançamento do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania na Área da Saúde (Cejusc-Saúde). O evento foi realizado no Palácio da Justiça do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

A iniciativa consiste em plataforma inédita para fornecimento de remédios do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é destinada aos cidadãos que solicitaram medicamentos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Renam), do Ministério da Saúde, nas unidades do governo federal, estadual ou municipal e não foram atendidos.

O sistema on-line foi criado por meio de convênio entre o TJSP, TRF3, Ministério da Justiça, Governo do Estado, Prefeitura de São Paulo, Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems-SP), Ministério Público do Estado de São Paulo, Defensoria Pública da União e Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

Leia Também:  Profissionais do Samu e servidores da saúde recebem treinamento sobre primeiros socorros

A ferramenta tenta solucionar a demanda de forma ágil, sem a necessidade de decisão judicial. A adesão das entidades parceiras permite uma resposta em até 72 horas. Será disponibilizado link nos sites do TRF3 e da Seção Judiciária de São Paulo para acesso à plataforma.

Extrajudicialmente

“O programa procura definir, extrajudicialmente, os órgãos responsáveis em cada caso e a melhor forma de fornecer o fármaco destinado à situação. Com isso, são alcançados dois grandes objetivos: atender de forma mais rápida e eficiente o cidadão e diminuir a judicialização”, disse o desembargador federal Mairan Maia.

segundo o presidente do TJSP, desembargador Ricardo Anafe, o termo de cooperação é de fundamental relevância para o estado de São Paulo, para o Poder Judiciário e para os setores públicos de saúde. “Este trabalho torna tudo mais fácil para o cidadão e para a administração pública; é uma garantia de que o fornecimento dos remédios está sendo correto.”

A coordenadora do Comitê Estadual de Saúde, desembargadora do TJSP Vera Angrisani, agradeceu a participação das instituições parceiras. “É um modelo novo, uma importante ferramenta para atender o cidadão paulista com mais celeridade e para os entes públicos trabalharem com mais segurança e economia.”

Leia Também:  Tribunal catarinense realiza II Semana da Acessibilidade e Inclusão

Fonte: TRF3

Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária

Fonte: CNJ

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CNJ

Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

Published

on

Compartilhe

A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

Leia Também:  Justiça Eleitoral oferece aplicativos para facilitar a vida do eleitor

As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

Leia Também:  Solange Frazão exibe corpo aos 36 e aos 61, e fala de cuidados com a saúde; ‘Saúde’

Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

BOA VISTA

RORAIMA

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA