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Justiça de Roraima alcança pontuação recorde no prêmio CNJ de Qualidade

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A conquista do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) no Prêmio CNJ de Qualidade, na categoria Excelência/Diamante é resultado de uma pontuação recorde de 91,29% na avaliação de quase 170 itens elencados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com o feito inédito, o TJRR ficou em primeiro lugar entre os 91 tribunais do país e foi consagrado o melhor do Brasil em 2022.
A premiação, já consagrada no Poder Judiciário, é uma forma de reconhecer e incentivar uma gestão judiciária mais eficiente e célere, com base nos eixos Governança, Produtividade, Transparência e Dados e Tecnologia.
O anúncio ocorreu na terça-feira (22/11), durante o 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Brasília. Ao retornar do evento, o presidente do TJRR, desembargador Cristóvão Suter, visitou todos os prédios e principais setores do Judiciário roraimense na capital, e parabenizou cada um pelo reconhecimento.
Ele reforçou que o resultado só foi possível graças ao empenho de todos os profissionais que compõem o sistema de justiça. “Graças à dedicação de nossos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, bem como todos os parceiros da justiça, pela primeira vez na história de nosso Estado, o TJRR é eleito o melhor do Brasil, garantindo justiça e cidadania para toda a população de Roraima”.
Este ano os critérios do prêmio ficaram mais rígidos, com ampliação do nível de exigência de cada item, e maior abrangência de políticas avaliadas, o que tornou resultado ainda mais significativo. Para a secretária de Gestão Estratégica, Veruska Mesquita, o prêmio veio para ratificar o trabalho de excelência que já vem sendo feito. “Foi um trabalho construído a muitas mãos, vindo de várias gestões que contribuíram para a melhoria do nosso sistema jurisdicional”, destacou.
Critérios que levaram a esta conquista importante para o Tribunal de Justiça de Roraima

Governança

  • O TJRR está entre os três melhores Índices de Desempenho da Sustentabilidade (IDS);
  • A Justiça Restaurativa passou por estruturação do órgão central de macro gestão;
  • Inspeções em estabelecimentos prisionais e de cumprimento de medidas socioeducativas;
  • Acessibilidade e Inclusão com ações de capacitação, acessibilidade comunicacional e tecnológica.
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Produtividade

  • Melhor tempo médio de duração dos processos pendentes obtendo a pontuação máxima no critério;
  • Pontuação máxima também no cumprimento das “Metas Nacionais”, (meta 1,meta 2,meta 3,meta 4,meta 5,meta 6,meta 7,meta 8,meta 9, meta 11 e meta 12);
  • Pontuação máxima no julgamento dos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher e medidas protetivas de urgência;
  • Pontuação máxima no índice de ‘Julgamento das ações ambientais;
  • Destaque no Sistema Nacional de Adoção – SNA, sendo o único a conseguir a nota máxima no quesito  Adoção e Acolhimento nos critérios exigidos pelo CNJ;
  • Mais de 90% dos acolhimentos que estão há mais de 3 meses no SNA, e que tiveram reavaliação do acolhimento nos 90 dias subsequentes;
  • No critério de Adoção, 80% ou mais dos processos de adoção do SNA que tramitam há 120 dias ou menos.
  • O Judiciário de Roraima também  tem um dos maiores índices de Conciliação e de Composição de Conflitos.

Transparência

  • Alcançou a marca de 100% de transparência em 2022;
  • Cumpriu  integralmente os atendimentos ao cidadãos e cidadãs pela ouvidoria.
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Dados e tecnologia

  • Pontuação máxima na consistência da informação prestada relativa às sentenças de adoção, considerando o comparativo entre o Sistema Nacional de Adoção (SNA) e o DataJud;
  • Alcançou o índice de excelência no iGov-TIC, ficando entre os primeiros lugares no índice de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário;
  • Possui 100% de implantação do Juízo 100% digital;
  • Todas as unidades judiciárias já possuem balcão virtual e já estão em funcionamento dois  núcleos da Justiça 4.0.

    Fonte: TJRR

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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