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Justiça Itinerante de Três Lagoas (MS) inicia atendimentos no dia 26

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Desde julho de 2018, foi disponibilizada na comarca de Três Lagoas (MS) uma unidade móvel para realizar atendimento jurisdicional para a população que vive nos bairros mais afastados da cidade, bem como das que residem nas outras localidades pelas quais é responsável, quais sejam, o município de Selvíria e o distrito de Arapuá. Desde então, no começo de cada ano, é apresentado o calendário com locais de atendimentos dessa unidade móvel, a fim de facilitar ainda mais o acesso à justiça desses cidadãos. Neste ano, a unidade da Itinerante inicia os atendimentos no dia 26 de janeiro, no Jardim Morumbi.
Vinculada à Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Três Lagoas, a unidade móvel da Justiça Itinerante atende os três-lagoenses toda quinta-feira, das 7 às 11 horas (exceto feriados). Já em Selvíria e Arapuá o horário de funcionamento é das 8h30 às 11h30. Ao todo estão programados 21 atendimentos apenas neste primeiro semestre.
No ônibus da Justiça Itinerante, os interessados podem receber orientações sobre causas que envolvam quantias de até 40 salários-mínimos e também processos relacionados ao Direito de Família. Orienta-se aos cidadãos que levem tudo o que tiverem disponível para comprovar suas alegações e dar início a uma prova para ajuizamento de ação, bem como nome e endereço de pessoas físicas e jurídicas envolvidas na questão.
O cidadão será recebido para elaborar a petição inicial (no próprio ônibus) e já sairá intimado da data da audiência, que ocorre, em média, 20 dias depois. No dia designado, o jurisdicionado será recebido por um dos conciliadores que, ao lado do juiz, do promotor e do advogado, vão fazer uma tentativa de conciliação. Na maioria dos casos, as partes já saem do ônibus com a sentença nas mãos.
Por meio desse serviço, visa-se imprimir agilidade e rapidez no atendimento, além de não gerar custos para a população, pois é totalmente gratuito. Ao deslocar-se até os cidadãos e atendê-los de modo informal, simples e célere, quebram-se barreiras territoriais, financeiras e culturais de acesso à justiça, garantindo, assim, sua real democratização.
Confira o calendário:
Jardim Morumbi – Escola Municipal Prof. Ramez Tebet
Av. Filinto Muller, 3215 (próximo ao Corpo de Bombeiros)
Dias: 26/01/2023 – 9/3/2023 – 20/4/2023 – 1/6/2023
Vila Alegre – Escola Municipal Joaquim Marques de Souza
Rua Alaor Pimenta de Queiroz, 1667
Dias: 2/2/2023 – 16/3/2023 – 27/4/2023 – 22/6/2023
Nova Alvorada – Escola Nelson Custódio de Oliveira
Rua Sérgio Roberto Ribeiro Silva, 1225
Dias: 9/2/2023 – 23/3/2023 – 4/5/2023 – 29/6/2023
Parque São Carlos
Rua Irmãos Cameschi, 688
Dias: 16/2/2023 – 30/3/2023 – 11/5/2023
Município de Selvíria (das 8h30 às 11h30) – Hospital Santa Rita de Cássia
Rua Rui Barbosa, 1053, Centro
Dias: 23/2/2023 – 6/4/2023 – 18/5/2023
Distrito de Arapuá (das 08h30 às 11h30) – Escola Estadual Francisco Xavier Trannin
Rua José Ribamar s/n.
Dias: 2/3/2023 – 13/4/2023 – 25/5/2023
Fonte: TJMA
Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade
Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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