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Justiça mineira promove I Congresso dos Centros de Inteligência do Poder Judiciário

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio do Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais (CIJMG), e em parceria com o Centro Local de Inteligência da Justiça Federal (CLI/TRF6), vai realizar o I Congresso dos Centros de Inteligência do Poder Judiciário de 15 a 17 de março. A primeira edição do evento, que ocorre de forma presencial no Auditório do Tribunal Pleno do TJMG, vai abordar o tema “Tratamento Adequado dos Conflitos e Gestão de Precedentes nos Centros de Inteligência Judiciários”.

Os interessados em participar no evento podem enviar ao Tribunal de Justiça artigos doutrinários que deverão abordar a atuação dos Centros de Inteligência, sob a ótica da comunidade jurídica, tendo como foco o  tratamento adequado dos conflitos e gestão de precedentes. A etapa de envio dos artigos, remetidos exclusivamente ao e-mail [email protected], vai até 23 de fevereiro.

Segundo o coordenador do Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais, juiz Ronaldo Souza Borges, nos últimos anos os centros têm desempenhado um importante papel no esforço de gestão judiciária contra a judicialização excessiva, principalmente na tentativa de racionalização do acesso à Justiça. “Dentre as atribuições dos Centros de Inteligência está o monitoramento das demandas judiciais, auxiliando na prevenção de litígios e também, muito particularmente, na gestão de precedentes, tema do Congresso”, disse o magistrado.

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Ao fazer esse monitoramento, segundo o juiz Ronaldo Borges, os centros de inteligência podem ajudar na identificação das chamadas demandas repetitivas, de modo que a elas seja dado um tratamento uniforme. “Essa uniformidade de tratamento é fundamental não apenas para a preservação da segurança jurídica, mas também para a própria legitimidade da atuação jurisdicional. A realização do congresso representa uma excelente oportunidade de interlocução e diálogo entre os Centros de Inteligência em atuação nos mais diversos tribunais do país”, acrescentou.

Espaço Estratégico

O Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais (CIJMG), instituído pela Resolução TJMG 969/2021, tem atuado, junto com vários outros órgãos do Tribunal, para auxiliar na promoção da eficiência processual, notadamente na elaboração de estratégias voltadas ao tratamento adequado de demandas repetitivas, de massa ou de alta complexidade.

O juiz Ronaldo Borges cita como exemplo os eventos realizados em abril, agosto e setembro do ano passado, em parceria com a Justiça Federal, para o tratamento adequado de demandas de saúde. Outra linha de atuação importante do CIJMG tem sido a edição de notas técnicas, contendo análises e recomendações sobre a prevenção de conflitos, além do monitoramento de demandas.

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“No I Congresso dos Centros de Inteligência do Poder Judiciário o  foco será a questão dos precedentes. Sem dúvida, os Centros de Inteligência podem funcionar muito bem como um espaço estratégico de diálogo intra e interinstitucional para pensar vários dos desafios que se colocam hoje à prestação da justiça, ajudando na construção conjunta de soluções”, acrescentou o coordenador do CIJMG.

Fonte: TJMG

Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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