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Projeto Reeducar inicia atividades no Tribunal do Amazonas

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No próximo dia 7 de março acontecerá a primeira atividade para 20 liberados provisórios integrantes do “Projeto Reeducar”, no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis. O evento inaugura a programação de cursos e oficinas para 2023 ofertados pelo projeto do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

A programação de cursos e oficinas foi discutida durante reunião entre a coordenadora do projeto e titular da 11.ª Vara Criminal, juíza Eulinete Melo Tribuzy, e a diretora Regional do Senac no Amazonas, Silvana Maria Ferreira de Carvalho, que recebeu a magistrada e a equipe do “Reeducar”  na unidade Senac localizada.

Também participam da reunião, a diretora de Educação Profissional do Senac, Elen Melo de Castro Marinho; a gerente do Centro de Educação Profissional Pequeno Franco, Daniele Mota Lima; a gerente do Centro Especializado de Turismo e Hospitalidade, Jane Thiene Trindade de Almeida.

A juíza Eulinete Tribuzy explicou o funcionamento do “Reeducar” e as necessidades do público atendido pelo projeto. “É importante que nossos parceiros tenham em conta a baixa estatística de retorno ao crime entre os participantes do “Reeducar” e que ao investirmos em ações de responsabilidade social para aqueles que são beneficiados com a liberdade provisória também colaboramos para a diminuição da estatística da superpopulação dos presídios, formamos novos cidadãos aptos para o trabalho e para colaborar de forma positiva e saudável com a sociedade”, disse a magistrada.

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De acordo com a diretora regional do Senac, os objetivos do projeto se harmonizam à missão, visão e aos valores orientados pelo Presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros. “Nossa missão é poder proporcionar trabalho e geração de emprego e, de uns anos para cá, nós temos dedicado um recurso muito significativo voltado para esse público, que se não tiver realmente um apoio e um suporte de uma equipe multidisciplinar, se não tiver a reinserção, a possibilidade de mudança de vida, torna-se mais difícil. Nosso compromisso é também de engajamento, de poder proporcionar oportunidades”, disse a diretora.

Durante a reunião ficou definido que serão oferecidas oportunidades de aprendizado nas áreas de bens, serviços, comércio e turismo em duas modalidades para o público do projeto. A primeira em forma de oficinas de gastronomia, informática, saúde e beleza, com duração de quatro a oito horas, ministradas na sala do Reeducar, no Fórum Henoch Reis, para grupos de até 20 pessoas.

A segunda modalidade será de cursos de qualificação profissional e certificação nas mesmas áreas, mas com duração mínima de 172 horas, com oferta de até cinco vagas gratuitas para aulas ministradas em uma das unidades do Senac: “José Tadros” – Cidade Nova, “Centro de Informática” – Darcy Vargas/Chapada, “Turismo e Hospitalidade” e “Pequeno Franco” – Centro de Manaus.

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Programação de março

As oficinas a serem oferecidas todas às terças-feiras na sala do “Reeducar”, serão: “Biscoito Artesanal”; “Barbearia”; “Maquiagem”; “Customização de Vestuário e Assessórios”; “Aplicação de Unhas Postiças”; “Hambúrguer Artesanal”; “Dindin Gourmet”; “Inclusão Digital”.

Fonte: TJAM

Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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