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Superior Tribunal de Justiça lança canal no Telegram para divulgação de jurisprudência

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Superior Tribunal de Justiça (STJ) conta com mais uma ferramenta de comunicação com o público: o canal oficial no Telegram, aplicativo de troca de mensagens que já tem cerca de 42 milhões de usuários no Brasil. O canal oficial do STJ pode ser acessado em https://t.me/stjnoticias.

O foco principal é a divulgação dos entendimentos jurídicos do tribunal, por meio de produtos como Pesquisa Pronta, Jurisprudência em Teses e Informativo de Jurisprudência. O canal também informará o usuário sobre novidades na área de precedentes qualificados, como os recursos repetitivos, e sobre assuntos de interesse geral, a exemplo de mudanças no horário de atendimento e outras notícias relevantes.

As informações sobre julgamentos, eventos e questões institucionais continuam a ser divulgadas nas demais redes sociais e no site do tribunal – onde o usuário pode acessar diretamente os produtos da Secretaria de Jurisprudência e consultar a página de precedentes qualificados.

Mais alcance para a divulgação de julgados

Para a secretária de Jurisprudência do STJ, Barbara Brito, a novidade permite que o tribunal avance na divulgação de seus julgados em um ambiente estratégico de comunicação.

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“O objetivo principal é dar maior alcance aos julgados do STJ, aumentando a divulgação em redes sociais”, comentou a gestora. Ela recorda que a ideia de usar redes como o Telegram para esse tipo de divulgação já estava em estudo há algum tempo.

“Tivemos um problema de descontinuidade da ferramenta que enviava por e-mail os nossos produtos para a lista de usuários cadastrados. Enquanto buscamos uma solução de longo prazo, o Telegram surge para preencher essa lacuna e criar um novo ambiente de divulgação para quem não tem o hábito de acessar o site“, explicou a secretária.

Os produtos da Secretaria de Jurisprudência têm periodicidade fixa: Pesquisa Pronta e Informativo de Jurisprudência são divulgados semanalmente; Jurisprudência em Teses é quinzenal; Repetitivos e IACs Anotados, bem como Súmulas Anotadas, são disponibilizados conforme a publicação dos acórdãos.

Espaço novo para os precedentes

Segundo o assessor-chefe do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas (Nugepnac), Marcelo Marchiori, o novo canal no Telegram contribuirá para a maior efetividade das decisões do tribunal em temas repetitivos.

“A ampla e específica divulgação dos recursos repetitivos e dos incidentes de assunção de competência do STJ nas redes sociais potencializa sobremaneira o impacto que esses precedentes qualificados causam na sociedade”, afirmou.

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Ele lembrou que questões de abrangência nacional passam pelo tribunal todos os dias, gerando reflexos na vida de milhares de pessoas, o que justifica o empenho em divulgar as decisões em todas as plataformas com grande número de usuários.

No canal do STJ no Telegram, o público encontrará todos os produtos de divulgação da jurisprudência, inclusive o Boletim de Precedentes, organizados em ordem cronológica para facilitar a consulta.

Somente publicações oficiais

Em acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, os inscritos no canal não têm acesso aos nomes ou telefones dos demais, pois ele não é um grupo ou uma lista de transmissão. As publicações são feitas somente pela Secretaria de Comunicação Social do STJ, sem interação entre os participantes, e o anonimato é garantido pela plataforma.

Fonte: STJ

Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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