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Tribunal da Bahia alcança maior percentual histórico de cumprimento da Meta 2

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Com a consolidação dos dados de produtividade do ano de 2022 apurados na sexta-feira (20/1), verificou-se que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) alcançou o cumprimento de 69,53% da Meta 2 no ano de 2022. Isso, quer dizer uma evolução de 29,2% em relação ao ano anterior (40,3%), conforme os dados disponibilizados no sistema Exaudi. 

A Corregedoria Geral do TJBA (CGJ), liderada pelo Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, foi responsável por patrocinar um projeto estratégico, aprovado pela Reunião de Análise da Estratégia (RAE), voltado ao enfrentamento dos processos pendentes de cumprimento da Meta 2. 

Entre as atividades empreendidas, foi realizado um estudo na base de dados do Tribunal, a fim de identificar os processos que compõem o acervo da referida meta e quais as medidas administrativas e cartorárias que poderiam ser adotadas para alcançar os indicadores.  

O resultado da pesquisa ocasionou o Plano Estratégico de Enfrentamento à Meta 2 no Primeiro Grau de Jurisdição, liderado pela CGJ, que não poupou esforços para executar medidas de apoio às unidades judiciais de Entrância Final.  

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“O objetivo da nossa gestão é esclarecer que a atuação da Corregedoria deve ser voltada, precipuamente, à orientação e ao apoio para as unidades judiciais, entendendo quais são as dificuldades que obstaculizam as atividades diárias e o cumprimento das metas estabelecidas pelo TJBA e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O nosso público interno aderiu a proposta e o fruto do trabalho incansável e diligente das unidades pode ser observado, sem sombra de dúvidas, no avanço da porcentagem do cumprimento anual da Meta 2, em comparação aos últimos quatro anos”, pontuou o Corregedor-Geral da Justiça, desembargador Rotondano.  

Ele destacou, ainda, que os resultados alcançados só foram possíveis graças ao empenho incansável dos magistrados e servidores de primeiro grau, que demonstraram comprometimento com a prestação de um serviço público de qualidade. 

Ao longo do ano de 2022, a Corregedoria Geral de Justiça contou com a atuação da Gestão Itinerante, projeto do Escritório de Projetos e Processos Departamentais (EDEP) da CGJ, e com o apoio do Núcleo Justiça 4.0, sob a gestão da Coordenadoria de Apoio ao Primeiro Grau (CAPG), para orientar e auxiliar as unidades judiciais no sentido de higienizar a base de dados dos sistemas e promover semanas temáticas de julgamento.  

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No mesmo ano, a CGJ lançou o Guia de incremento de performance da Meta 2, orientando as unidades sobre como impulsionar as ações que estão incluídas na referida meta, especialmente em relação aos feitos que já haviam sido julgados e permaneciam “em andamento” no sistema.  

A medida se tornou indispensável para identificar a realidade do acervo a fim de serem pensadas as estratégias que seriam adotadas pelas unidades para aprimorar o desempenho.

Fonte: TJBA

Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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