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Tribunal lança livro sobre a participação feminina no Judiciário potiguar

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) lança, nesta quarta-feira (7/12), às 11h, no Auditório Desembargador Deusdedit Maia, o livro “Elas no Judiciário – Vivências na Justiça Potiguar, uma produção coletiva de mulheres do Judiciário Potiguar “. A obra é uma construção coletiva de magistradas, servidoras e colaboradoras da Justiça potiguar e surgiu a partir da iniciativa do Comitê de Valorização Feminina do TJRN, presidido pela desembargadora e vice-presidente da Corte de Justiça, Zeneide Bezerra. O objetivo inicial foi o de levantar dados históricos sobre o ingresso e a trajetória feminina no Poder Judiciário do Rio Grande do Norte, bem como produzir dados atuais sobre essa participação de magistradas e servidoras na instituição.

A publicação tem um valor histórico importante, pois resgata esse ingresso feminino no Poder Judiciário. Tem ainda o objetivo de retratar o atual estado da equidade de gênero no TJRN, os avanços dos últimos anos e permitindo a instituição se planejar a corrigir eventuais pontos que ainda se mostrem necessários nos próximos anos. “Ao longo do percurso, resolvemos realizar uma pesquisa, através de um formulário, com depoimentos de diversas mulheres sobre questões pertinentes ao gênero. É uma obra pioneira em razão do seu formato, que congrega dados objetivos, com depoimentos diretos das participantes sobre suas vivências no Judiciário”, explica a juíza auxiliar da vice-presidência do TJRN, Hadja Rayane Alencar, que coordena o grupo de trabalho responsável pela elaboração do livro.

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Também fazem parte deste grupo de trabalho, as juízas Tathiana Macedo, Tatiana Socoloski e Cinthia Cibele Medeiros, a secretária de Comunicação, jornalista Andreia Ramos e a assessora Judiciária da Presidência, Ana Maria Fernandes. Essa primeira edição é digital e estará disponível no site do Tribunal (www.tjrn.jus.br). “A edição do e-book foi feita pela Secretaria de Comunicação do TJRN. Temos a intenção de expandir a obra e publicá-la em papel no próximo ano”, explica Andreia Ramos. Ainda de acordo com a secretária, este livro é uma construção permanente e a 2ª edição já começará a ser preparada a partir de amanhã, com o lançamento de um novo questionário a ser respondido pelas mulheres que fazem o Poder Judiciário do RN.

Fonte: TJRN

Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais

Fonte: CNJ

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Seminário ‘O Sistema de Justiça pelas mulheres’ será realizado na EPM

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A Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a Corregedoria Nacional de Justiça, com o apoio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e do Instituto Justiça e Cidadania, promoverão no dia 23 de março o seminário O Sistema de Justiça pelas mulheres, sob a coordenação do desembargador José Maria Câmara Junior, diretor da EPM, e do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça. O evento será realizado das 9h30 às 17h no auditório do andar térreo da EPM e de maneira on-line.

O seminário terá quatro painéis, nomeados em homenagem a cinco mulheres emblemáticas na história da Justiça brasileira: Esperança Garcia, considerada a primeira advogada do Brasil; Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia no país; Auri Moura Costa, primeira juíza do país; Mary de Aguiar Silva, primeira juíza negra do Brasil; e Maria Rita Soares de Andrade, primeira juíza federal do Brasil.

São oferecidas 245 vagas presenciais e 700 vagas a distância, gratuitas e abertas a magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo, profissionais das equipes técnicas interprofissionais das respectivas varas e escreventes do quadro de funcionários; magistrados de outros tribunais, advogados, defensores públicos, integrantes do Ministério Público, demais profissionais do Direito e estudantes de Direito. Serão emitidos certificados àqueles que registrarem frequência integral.

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As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de março. Os inscritos serão matriculados automaticamente, respeitado o número de vagas. Mais informações no edital.

Programa:

9h30 – Abertura

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida – Coordenadora da Comesp

Des. José Maria Câmara Junior – Diretor da EPM

10h – Painel 1 – Esperança Garcia e Myrthes Gomes de Campos

O Direito e as mulheres

Desa. Salise Monteiro Sanchotene – Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Profa. Ana Elisa Liberatore Silva Bechara – USP

Profa. Eunice Prudente – secretária municipal de Justiça de São Paulo

Desa. Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (moderadora)

11h – Painel 2 – Auri Moura Costa

Enfrentamento à violência de gênero

Procuradora Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado – Procuradora-geral do Estado de São Paulo

Ministra Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro – Tribunal Superior Eleitoral

Desa. Silvia Rocha (TJSP) (moderadora)

14h30 – Painel 3 – Mary de Aguiar Silva

Julgamento com perspectiva de gênero

Profa. Silvia Carlos da Silva Pimentel – PUC/SP

Juíza Vanessa Ribeiro Mateus – Presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis)

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Juíza Maria Domitila Prado Manssur – Coordenadora da área de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EPM

Desa. Ana Paula Zomer – TJSP

Juíza Adriana Ramos de Mello – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (moderadora)

15h30 – Painel 4 – Maria Rita Soares de Andrade

Direitos humanos das mulheres

Jornalista Maria Amélia de Almeida Teles – Diretora da União de Mulheres de São Paulo

Profa. Flávia Cristina Piovesan – Coordenadora científica da Unidade de Monitoramento e Fiscalização de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ)

Juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira – 1ª Vice-presidente do Instituto Paulista de Magistrados (Ipam)

Juíza federal Caroline Someson Tauk – Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça

Juíza federal Marcelle Ragazoni Carvalho Ferreira – Presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) (moderadora)

17h – Encerramento

Ministro Luis Felipe Salomão – Corregedor nacional de Justiça

Erika Siebler Branco – Vice-presidente do Instituto Justiça e Cidadania

Juíza Renata Gil de Alcântara Videira – Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Fonte: EPM

Fonte: CNJ

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