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FICCO/PR apreende meia tonelada de drogas em Foz do Iguaçu/PR

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Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) apreendeu 482,68 quilos de maconha e 18,76 quilos de haxixe, nessa terça-feira (21/07), em Foz do Iguaçu/PR. A ação resultou na prisão de dois homens, na apreensão de um adolescente e de um veículo preparado para o transporte de ilícitos.

Durante as diligências, as equipes identificaram um automóvel com características compatíveis com o transporte de cargas ilícitas e acompanharam sua movimentação até uma residência. No local, dois homens foram abordados. O automóvel estava sem os bancos traseiros e o banco dianteiro do passageiro, evidenciando adaptação para o transporte de ilícitos.

As diligências prosseguiram em uma residência desabitada utilizada como depósito de entorpecentes, onde foram localizados diversos fardos de maconha, tabletes de haxixe acondicionados em uma geladeira, uma balança de grande porte, embalagens utilizadas para acondicionamento de drogas e equipamentos de monitoramento.

Em continuidade às diligências, após compartilhamento de informações, as equipes localizaram mais 12,66 quilos de haxixe armazenados em outro endereço, totalizando a apreensão de 482,68 quilos de maconha e 18,76 quilos de haxixe.

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Todo o material, juntamente com os suspeitos e o veículo apreendido, foi encaminhado à autoridade policial para os procedimentos cabíveis.

A ação contou com o apoio das equipes do Pelotão de Operações com Cães (POP) do 14º Batalhão da Polícia Militar do Paraná e do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON).

FICCO/PR

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do Paraná (PMPR) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected]
@pffoz

Canal para denúncias:
(45) 98821-4326
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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