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PF fecha empresa clandestina de segurança privada em Duque de Caxias/RJ

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Nova Iguaçu/RJ – Nesta quarta-feira (27/4) a Polícia Federal fechou uma empresa que exercia ilegalmente atividade de segurança privada no município de Duque de Caxias/RJ, na Baixada Fluminense.

De acordo com anúncios veiculados, a empresa prestava serviços de “escolta armada” e “escolta velada descaracterizada armada”, mesmo sem cumprir os requisitos legais para exercer o trabalho de vigilância. Além disso, foi encontrado no local um veículo adesivado com inscrições que denotam atividade de segurança privada.

As empresas que pretendem prestar tais serviços devem ser previamente autorizadas pela Polícia Federal, não só em casos de vigilância armada, mas também as firmas de segurança privada que desejam prestar serviços sem o uso de armas de fogo. Também cabe ressaltar que todos os vigilantes devem estar capacitados através de curso de formação específico, com reciclagens a cada dois anos.

A atividade de vigilância com seguranças clandestinos, que não possuem a devida capacitação, compromete a proteção e pode colocar em risco a vida e integridade física das pessoas presentes no estabelecimento contratante.

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Denúncias sobre clandestinidade e outras irregularidades nas empresas de segurança privada da Baixada Fluminense podem ser enviadas à Comissão de Vistoria da Delegacia de Polícia Federal em Nova Iguaçu/RJ, através do e-mail [email protected] ou do telefone (21) 3759-8077.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.gov.br/pf

(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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PF apura fraudes em domicílios eleitorais em Pernambuco

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Recife/PE. A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (22/9), 12 mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Mendazes, deflagrada para apurar, em tese, a falsificação de comprovantes de residência e a promoção de transferências fraudulentas de domicílio eleitoral para município localizado na Mata Sul do Estado de Pernambuco, no contexto das Eleições Municipais de 2024.

Ação cumpriu as medidas judiciais expedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. A investigação teve origem em notícia de fato encaminhada à Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco.

Segundo os elementos apurados, o esquema teria envolvido a captação de eleitores residentes em outros municípios para que transferissem seus títulos eleitorais para a localidade investigada, embora, em tese, não possuíssem vínculo que justificasse a alteração do domicílio eleitoral.

Também são apurados indícios de atuação coordenada para a inserção e a ratificação de informações no sistema eleitoral.

As diligências tiveram como objetivo localizar e apreender aparelhos celulares, computadores, notebooks, comprovantes de endereço, requerimentos de alistamento ou transferência eleitoral, listas, anotações e outros documentos ou dispositivos potencialmente relacionados aos fatos investigados.

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Comunicação da Polícia Federal em Pernambuco
E-mail: [email protected]
Contato: (81) 2137-4076

Fonte: Polícia Federal

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