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Cultura oceânica impulsiona ações por clima e sustentabilidade em debate na COP30

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A relação entre a cultura oceânica, clima e resiliência climática foi protagonista na Zona Azul, na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), na terça-feira (18). O encontro reuniu especialistas, gestores públicos e representantes do setor produtivo para discutir como o conhecimento sobre o oceano pode fortalecer a resiliência climática e orientar decisões estratégicas para um futuro sustentável. 

O painel intitulado Cultura Oceânica e Clima: Conectando Pessoas, Políticas e Investimentos para a Resiliência Climática debateu como a sociedade enxerga a relação entre oceano e clima, que é fundamental para embasar políticas públicas, direcionar novas perguntas científicas e estimular investimentos alinhados à inovação, à justiça climática e à sustentabilidade. 
 
Os participantes também destacaram que investir em educação, ciência e comunicação é o ponto de partida para ampliar o alcance e a efetividade dos programas de financiamento azul. O debate apontou caminhos para que governos, empresas e instituições alinhem suas estratégias financeiras a uma visão de futuro orientada pela cultura oceânica — um modelo em que cada investimento em conhecimento representa, simultaneamente, investimento em resiliência, prosperidade e sustentabilidade para as regiões costeiras e marinhas. 

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A representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e secretária de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe), Andrea Latgé, destacou a importância do trabalho conjunto entre governo, sociedade e pesquisa para a preservação dos oceanos. “Diversos ministérios trabalham juntos para enfrentar esses problemas, inclusive com atenção aos manguezais, aos corais, aos oceanos em geral. Sabemos que precisamos nos dar as mãos e criar as parcerias necessárias para fazer o Brasil mais sustentável e mais justo, cuidando da cultura dos nossos oceanos”, apontou.  

Um oceano de ações  

Atualmente, o MCTI apoia diversas iniciativas voltadas para a preservação da cultura dos oceanos, por exemplo:  
 
• O Programa Escola Azul, que já envolve mais de 80 mil estudantes 

• A Olimpíada Brasileira do Oceano, que mobiliza jovens em todo o País 

• A rede Oceano Sem Plástico, unindo inovação e pesquisa aplicada 

• A coordenação da elaboração da Estratégia Nacional para Economia Azul 

• O Plano Decenal Antártico, que integra ciências polares e oceânicas 

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• E os instrumentos de fomento do FNDCT e do CNPq, que fortalecem a pesquisa marinha e costeira 

O painel contou com moderação do diretor do Departamento de Programas Temáticos da de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Leandro Pedron, e com a participação da primeira-dama e Enviada Especial de Mulheres para a COP30, Janja Lula da Silva. Também participaram do debate representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Petrobras e da Fundação Grupo Boticário.  

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Nota de Pesar

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista e ex-deputado estadual pernambucano Waldemar Borges, aos 67 anos, ocorrido neste sábado (4). Expressamos irrestrita solidariedade à ministra Luciana Santos, esposa de Borges, e aos três filhos do casal diante da perda familiar.

​Nascido no Recife em 1958, o parlamentar construiu uma trajetória no setor público local ao longo de quase 40 anos. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele exerceu funções no legislativo e no executivo. Atuou como vereador na capital por quatro mandatos e como deputado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2011.

​Sua experiência profissional incluiu passagens por secretarias de estado e a presidência da Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel). Servidores e colaboradores do ministério e suas unidades vinculadas unem-se no luto e no respeito à memória do ex-parlamentar. O comunicado oficial divulgado pelos familiares ressalta que sua retidão permanece como “um farol para as próximas gerações”.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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