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Nova espécie de cipó descoberta no Espírito Santo pertence à família dos ipês

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Adenocalymma darwinii. Esse é o nome da nova espécie de cipó descoberta em Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo (ES), em homenagem ao naturalista e evolucionista Charles Darwin. A pesquisa foi conduzida por cientistas vinculados ao Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). 

A descoberta é resultado do trabalho de doutorado do pesquisador brasileiro Luiz Fonseca, da Goethe Universität (Alemanha), que combinou análises de material do herbário Museu de Biologia Professor Mello Leitão, do INMA, com estudos genéticos de DNA. 

Foram quatro anos de pesquisa, que começou com a revisão de um material coletado na região e depositado no herbário. “Depois de perceber que o material não correspondia a nada descrito, passamos quatro anos de idas e vindas a campo para monitorar a fenologia dessa planta até que encontramos, no ano passado, a flor amarela”, explica o biólogo vinculado ao instituto que participou da pesquisa como bolsista, Ricardo Ribeiro. 

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O estudo, que também contou com o apoio de cientistas da Universidade de São Paulo (USP), da Ghent University (Bélgica) e da Goethe Universität (Alemanha), foi descrita em artigo publicado na revista internacional Plant Ecology and Evolution, do Jardim Botânico Nacional da Bélgica. 

O Adenocalymma darwinii pertence à família Bignoniaceae, a mesma dos ipês. Segundo os pesquisadores, o status de conservação da espécie foi classificado como Dados Deficientes (DD), de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). 

Segundo Ribeiro, essa descoberta mostra que a flora brasileira ainda guarda uma grande diversidade desconhecida. “Mesmo essas regiões, como a Mata Atlântica, que são relativamente bem estudadas, ainda existem espécies novas para a ciência, espécies que ainda não foram descritas, que não foram catalogadas, espécies que a gente ainda não conhece todos os seus potenciais, e, por isso, nós precisamos de mais estudos”, afirmou. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista e ex-deputado estadual pernambucano Waldemar Borges, aos 67 anos, ocorrido neste sábado (4). Expressamos irrestrita solidariedade à ministra Luciana Santos, esposa de Borges, e aos três filhos do casal diante da perda familiar.

​Nascido no Recife em 1958, o parlamentar construiu uma trajetória no setor público local ao longo de quase 40 anos. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele exerceu funções no legislativo e no executivo. Atuou como vereador na capital por quatro mandatos e como deputado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2011.

​Sua experiência profissional incluiu passagens por secretarias de estado e a presidência da Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel). Servidores e colaboradores do ministério e suas unidades vinculadas unem-se no luto e no respeito à memória do ex-parlamentar. O comunicado oficial divulgado pelos familiares ressalta que sua retidão permanece como “um farol para as próximas gerações”.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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