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Projeto Entre Ciências lança edital para apoiar arranjos comunitários de pesquisa

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Em meio ao movimento intenso da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP30), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) dá mais um passo para a promoção e proteção da biodiversidade. Com orçamento previsto de R$ 3,24 milhões, o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo lançou o edital que visa garantir que organizações representativas de povos e comunidades tradicionais articulem com instituições de ensino e pesquisa. O objetivo é assegurar que prioridades, métodos e gestão do conhecimento partam das necessidades de cada território. 

Serão escolhidos, no mínimo, seis arranjos intercientíficos — estruturas definidas pelas próprias comunidades em parceria com universidades e institutos de pesquisa, responsáveis por organizar agendas, metodologias e diretrizes de trabalho. As iniciativas devem estar na Amazônia ou no Cerrado, biomas definidos durante a elaboração do projeto em conjunto com o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). As propostas devem ser cadastradas até 31 de janeiro na plataforma Prosas. 

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Os trabalhos devem abordar temas como gestão territorial e ambiental, monitoramento da biodiversidade, práticas comunitárias que sustentam a sociobiodiversidade, manejo sustentável, mudanças climáticas, salvaguarda de conhecimentos tradicionais e estratégias de recuperação de áreas ameaçadas. 

O Entre Ciências é coordenado pelo MCTI e executado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), com a parceria institucional do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). O financiamento é do GEF, com implementação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). 

Acesse a íntegra do edital Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.  

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista e ex-deputado estadual pernambucano Waldemar Borges, aos 67 anos, ocorrido neste sábado (4). Expressamos irrestrita solidariedade à ministra Luciana Santos, esposa de Borges, e aos três filhos do casal diante da perda familiar.

​Nascido no Recife em 1958, o parlamentar construiu uma trajetória no setor público local ao longo de quase 40 anos. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele exerceu funções no legislativo e no executivo. Atuou como vereador na capital por quatro mandatos e como deputado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2011.

​Sua experiência profissional incluiu passagens por secretarias de estado e a presidência da Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel). Servidores e colaboradores do ministério e suas unidades vinculadas unem-se no luto e no respeito à memória do ex-parlamentar. O comunicado oficial divulgado pelos familiares ressalta que sua retidão permanece como “um farol para as próximas gerações”.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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