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Argentina lidera ranking de segurança na América do Sul

Publicado em

Argentina
Benjamin Rascoe/Unsplash – 24.06.2020

Argentina

A Argentina alcançou o primeiro lugar como o país mais seguro da América do Sul em 2024, de acordo com o renomado Índice Global da Paz, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz (IEP). O relatório, publicado anualmente desde 2007, destacou o progresso significativo do país, que subiu da terceira para a primeira posição na região em apenas um ano.


Segurança como atrativo turístico

A segurança é um fator decisivo para muitos viajantes que planejam visitar a América Latina, e a Argentina se consolida não apenas por sua riqueza cultural e diversidade geográfica, mas também pelos avanços em estabilidade e proteção social. Globalmente, o país ocupa a 47ª posição no ranking, sendo reconhecido pela maior melhoria em paz nas Américas no último ano.

Critérios do Índice Global da Paz
O estudo avalia 163 países com base em três dimensões principais:

Segurança e proteção social
Conflitos internos e externos
Grau de militarização

Os dados são coletados por especialistas do IEP em parceria com o Centro de Estudos de Paz e Conflitos da Universidade de Sydney e analisados pela Unidade de Inteligência da revista The Economist.

Ranking regional e global

O Uruguai, que liderou o ranking sul-americano em 2023, agora ocupa o segundo lugar na região (52º no mundo). Enquanto isso, Colômbia e Venezuela aparecem como os países menos seguros do continente. No cenário global, os cinco primeiros colocados são:

Islândia
Irlanda
Áustria
Nova Zelândia
Cingapura

Turismo e desafios

A Argentina atrai visitantes com destinos como Buenos Aires, Mendoza e a Patagônia, que oferecem desde experiências culturais até aventuras na neve. O país recebeu o Selo Safe Travels, concedido pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), reforçando sua reputação como destino confiável.

No entanto, ainda existem desafios, como pequenos furtos em áreas turísticas e manifestações ocasionais. Para uma viagem tranquila, recomenda-se:

Evitar andar sozinho à noite em áreas pouco movimentadas.
Utilizar aplicativos de transporte em vez de táxis na rua.
Não exibir objetos de valor em público.
Informar familiares sobre o itinerário.

Destaques para viajantes

Buenos Aires: Conhecida por sua gastronomia acessível, vida noturna e estádios de futebol icônicos.
Patagônia: Destino ideal para ecoturismo, com estações de esqui e paisagens deslumbrantes como o Glaciar Perito Moreno.
Mendoza: Capital dos vinhos, com opções para enoturismo, termas e esportes de aventura.

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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