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Belém ganha rede de “Info Zones” para receber visitantes da COP30; veja onde estarão os pontos de apoio

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Belém se prepara para receber mais de 50 mil visitantes durante a COP30 e uma das principais ações de acolhimento aos participantes será a instalação das Info Zones – Pontos de Informação ao Turista. A iniciativa foi lançada neste sábado (08.11), pelo ministro do Turismo, Celso Sabino, no Parque do Utinga, em Belém (PA), um dos 11 locais que receberam as estruturas. 

A ação viabilizada por meio de um protocolo de intenções que une esforços entre o Ministério do Turismo (MTur), com a Embratur, a Secretaria Extraordinária para a COP30, o Governo do Pará e a Prefeitura de Belém, tem como objetivo oferecer atendimento bilíngue e informações sobre a cidade em áreas estratégicas e de grande circulação, fortalecendo o apoio logístico e turístico para o maior evento climático do mundo.

“As Info Zones representam a hospitalidade brasileira em sua melhor forma. Queremos que cada visitante da COP30 se sinta bem-vindo, informado e inspirado pela força da Amazônia. Mais do que uma estrutura temporária, estamos deixando um legado permanente de bom atendimento para o turismo de Belém e de todo o Pará”, destacou o ministro.

As estruturas estão distribuídas em 11 pontos chave da capital paraense, abrangendo locais turísticos, de transporte e lazer:

1. Terminal Rodoviário Luis Rebelo Neto (Totem)

2. En-Zone do SEBRAE no Porto Futuro (Lounge)

3. Estação das Docas (Lounge)

4. Mercado Ver-o-Peso (Solar da Beira) (Lounge)

5. Complexo Feliz Luzitânia (Forte do Presépio) (Totem)

6. Mangal das Garças (Totem)

7. Terminal Hidroviário Ruy Barata (Totem)

8. Mercado de São Brás (Totem)

9. Parque do Utinga (Lounge)

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10. Aeroporto Internacional de Belém (Lounge)

11. Porto de Outeiro (Lounge)

Nas Info Zones, o Ministério do Turismo divulgará um conjunto de experiências que valorizam o Brasil e reforçam o potencial da Amazônia, com destaque para o ecoturismo, o turismo de base comunitária e o afroturismo. Essas vivências integram o catálogo de experiências turísticas que o MTur lançará durante a conferência.

Além disso, os espaços oferecerão informações úteis sobre serviços essenciais, como Unidades Básicas de Saúde (UBS), hospitais públicos, SAMU, serviços de proteção de crianças e adolescentes e a Delegacia de Proteção ao Turista, entre outros contatos.

Com essa iniciativa, o Brasil demonstra sua capacidade de acolher, informar e encantar. As Info Zones servirão como base de apoio aos milhares de visitantes esperados, contribuindo para o fortalecimento do turismo local e consolidando a Amazônia como um polo turístico internacional.

ATIVAÇÕES INTERATIVAS

No evento de lançamento, o gerente de Interlocução Ministerial da Embratur, André Orengel Dias, falou sobre as experiências que o turista poderá encontrar nas Infozones, como o What’s UP, Belém?”, um  Chatbot interativo, onde os visitantes podem interagir com uma assistente virtual inteligente e conhecer melhor a cidade. 

“Além das informações sobre Belém, o turista encontra conteúdo sobre o Pará, a Amazônia e outros destinos brasileiros. A ideia é que quem vier à COP volte para conhecer mais o nosso país. As experiências imersivas e o chatbot interativo permitem descobrir restaurantes, museus e roteiros culturais em tempo real.”

Confira o que os visitantes poderão encontrar nas Infozones:

• Cartões Postais do Brasil com Inteligência Artificial – Visitantes poderão criar postais personalizados de destinos turísticos brasileiros com o auxílio de IA, tablets e promotores. As imagens poderão ser enviadas por e-mail ou WhatsApp, promovendo um compartilhamento instantâneo e sustentável.

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• Viaje pelo Brasil – Realidade Aumentada – O público receberá um flyer sustentável com QR Code que dá acesso a um Web App em Realidade Aumentada. Ao apontar o celular, surge em 3D o bioma Amazônia, permitindo uma imersão digital no principal ecossistema do país. A interação direciona o visitante ao site Feel Brasil, com destinos e experiências relacionadas à região amazônica.

•  Chatbot interativo – “What’s UP, Belém?” – Dentro dos espaços e nos totens, os visitantes podem interagir com uma assistente virtual inteligente. Por meio de um QR Code, o turista acessa o “What’s UP, Belém?”, um guia turístico interativo que utiliza Inteligência Artificial para oferecer orientações sobre serviços públicos, roteiros turísticos, pontos de interesse da cidade e muito mais. O canal funciona diretamente pelo WhatsApp, dispensando o download de aplicativos e proporcionando um atendimento dinâmico, prático e totalmente digital.

Todos os promotores são uniformizados e estão capacitados para conduzir as experiências, garantindo um atendimento padronizado e bilíngue, inclusive nas ativações da Blue Zone, espaço oficial da COP30.

ESTRUTURA SUSTENTÁVEL – Todas as Info Zones foram desenvolvidas com madeira certificada e materiais sustentáveis, além de possuir uma proposta de divulgação totalmente digital, reforçando o compromisso do Governo do Brasil com práticas de baixo impacto ambiental, em consonância com os princípios da conferência.

Por Fábio Marques

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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