Turismo

Belém (PA) avança em infraestrutura turística como legado da COP30

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O Ministério do Turismo e o Governo do Brasil executaram um conjunto de obras e ações em Belém (PA) para a COP30 que aprimoraram a infraestrutura turística da capital paraense, elevando o padrão de conectividade aérea, mobilidade urbana, acolhimento e serviços. As intervenções deixaram benefícios permanentes na cidade, que reforçam a capacidade do destino de atender adequadamente o fluxo de turistas nacionais e estrangeiros.

O Ministério do Turismo investiu, por exemplo, R$ 4,7 milhões na modernização da sinalização turística de Belém, com a instalação de 700 placas bilíngues em 27 circuitos estratégicos, incluindo as 39 ilhas da capital. Outra iniciativa foi a implantação de novas antenas 4G e 5G em 15 pontos da capital, um trabalho conjunto dos ministérios do Turismo, das Comunicações e de empresas privadas do setor de telecomunicações para ampliar o acesso à rede de Wi-Fi gratuito.

“O Governo do Brasil deixa um legado concreto para o desenvolvimento da Amazônia e consolida a capacidade da capital paraense de receber visitantes com mais qualidade, segurança e eficiência”, ressalta o ministro do Turismo, Celso Sabino. Segundo ele, a preparação da cidade com vistas ao período da Conferência Mundial do Clima abriu caminho para um novo ciclo de crescimento do turismo na região Norte do país.

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O Aeroporto Internacional de Belém recebeu R$ 450 milhões do Governo do Brasil em melhorias, que incluíram a ampliação das áreas de embarque e desembarque, novos sistemas de climatização e iluminação. Na última semana da COP30, o local registrou a previsão de mais de 72 mil passageiros em apenas seis dias, uma alta de 36% na comparação com igual período de 2024. O número de voos saltou para 534, contra os 403 do ano anterior, um aumento de 32%.

Já o Porto de Outeiro da capital paraense passou por um amplo processo de requalificação, orçado em R$ 180 milhões, com recursos da Itaipu Binacional. A COP30 acelerou a realização de obras estratégicas na cidade, que atualmente compõem um conjunto de legados permanentes para moradores, visitantes e o setor produtivo local. Os equipamentos ampliam a integração entre turismo, economia criativa, sustentabilidade e mobilidade urbana.

FORTALECIMENTO – Os investimentos federais em Belém se conectam à estratégia nacional de fortalecimento do turismo sustentável, de ampliação da conectividade aérea, de qualificação de destinos e de incentivo à economia criativa. Com infraestrutura renovada, Belém se consolida como um destino competitivo no cenário nacional e internacional, alinhado ao compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento da Amazônia.

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Por Cíntia Luna
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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