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Buenos Aires: Rosedal de Palermo está na melhor época para ver as rosas

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Buenos Aires: Rosedal de Palermo está na melhor época para ver as rosas
Maurício Brum

Buenos Aires: Rosedal de Palermo está na melhor época para ver as rosas

Um dos parques mais procurados de Buenos Aires , o Rosedal de Palermo está na melhor época para visitas: é entre outubro e novembro que as rosas de mais de 90 variedades encontradas no jardim atingem o ápice da sua floração, em uma explosão de cores e aromas no coração desse tradicional bairro portenho.

Considerado um Patrimônio Cultural da capital argentina desde 2011, o jardim de rosas de 3,4 hectares conta com cerca de 8 mil espécimes, segundo cálculo do governo de Buenos Aires . O Rosedal é parte do Parque 3 de Febrero , um complexo de áreas verdes também conhecidas como os “Bosques de Palermo” .

A história do Rosedal

O Rosedal foi inaugurado em 1914, como uma parte do parque que então já existia havia quase 40 anos. Estima-se que originalmente a variedade de rosas era ainda maior e, em um primeiro momento, chegaram a ser quase 15 mil flores espalhadas pelo espaço.

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A fama maior do lugar vem naturalmente das rosas, que têm seu momento mais deslumbrante nesta fase da primavera, mas o Rosedal também é conhecido por outros espaços muito frequentados – caso do Jardim dos Poetas , com 26 bustos de escritores argentinos e internacionais, e do chamado Pátio Andaluz , que inclui uma fonte e um pergolado presenteados em 1929 pela cidade espanhola de Sevilha.

Roberto Fiadone/CC BY-SA 4.0
Caminhos no Rosedal Roberto Fiadone/CC BY-SA 4.0/Flickr

Como visitar

O jardim de rosas abre de terça-feira a domingo, das 10h às 18h (última admissão às 17h). O acesso é gratuito.

Localizado no bairro de Palermo , o Rosedal fica próximo de outros pontos famosos, como o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba) e da Plaza Italia . A um pulo do Rosedal, aproveite para tomar um café no El Tambito de Palermo, que passou por uma grande reforma e está lindíssimo. E na sequência você pode seguir até o Jardim Japonês, que fica quase ao lado.

Diferentes linhas de ônibus deixam perto – 37, 67 e 130 são as mais indicadas. Pelo metrô , deve-se pegar a linha D e descer na estação Plaza Italia, caminhando cerca de 800 metros pela Avenida Sarmiento, até chegar ao jardim.

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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