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Campinas terá voos diretos da Azul para Montevidéu e Porto

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Campinas é o maior centro de distribuição dos voo da Azul
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Campinas é o maior centro de distribuição dos voo da Azul


O Aeroporto de Campinas, maior centro de distribuição das rotas da  Azul, terá ainda neste ano voos diretos para dois destinos internacionais. A partir de 1º de julho a companhia iniciará a operação sem escala entre o Aeroporto de Viracopos e Porto, segunda maior cidade de Portugal.

A decolagens de Campinas serão às terças, quintas e domingos e o retorno de Porto acontecerá sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. A Azul usará nos voos entre as duas cidades o Airbus A330 que transporta até 298 passageiros. Esse é o maior avião da frota da companhia.

Voos do Recife para Porto

A partir de 2 de junho, a Azul iniciará os voos diretos do Recife para Porto. Serão duas decolagens por semana: às quartas e sextas-feiras. As partidas  de Porto serão às quintas e domingo. A aeronave Boeing 767 que transporta até 259 passageiros, sendo 14 na em Classe Executiva e 245 em Econômica, será usada nos voos do Recife para Porto.

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Recife é o terceiro maior centro de distribuição de voos da Azul no Brasil é o maior na região Nordeste. Segundo a companhia, o Aeroporto dos Guararapes opera 34 rotas domésticas e internacionais. No ano passado foram mais de 29 mil decolagens a partir de Recife com 3,8 milhões de assentos ofertados.

Voos para o Uruguai 

No dia 1º de jullho a Azul iniciará os voos sem escalas entre Campinas e Montevidéu. Serão cinco frequências semanais semanais em aeronaves Embraer 195 E2 que transportam até 136 passageiros.

O Aeroporto de Campinas tem tem voos regulares a partir de Campinas para 72 destinos nacionais, além das internacionais para Lisboa, Assunção, Paris, Orlando e Fort Lauderdale.

Veja abaixo o que disse o  secretário Roberto de Lucena, da Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo. sobre os novos voos internacionais

“Campinas tem conectado cada vez mais destinos estratégicos de todo o país. Agora, amplia a suas conexões com a Azul com voos diretos para Porto, em Portugal; e Montevidéu, no Uruguai. Campinas é um município bem estruturado logisticamente e pronto para receber visitantes, feiras e eventos”.

Incentivo fiscal vai gerar 100 novas decolagens em São Paulo

Segundo comunicado divulgado pela Azul, o voo foi criado a partir da decisão do  Governo de São Paulo de prorrogar o decreto que mantém reduzida em 12% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o combustível da aviação. Essa redução faz parte de uma parceria com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

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Para ter direito a alíquota reduzida, as empresas aéreas se comprometeram a ampliar o tempo de permanência de aeronaves em conexão em São Paulo (stopover) de três para cinco dias e incluir 100 novas decolagens em relação ao ano anterior.



Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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