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Canadá: 3 dias para curtir Vancouver

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Canadá: 3 dias para curtir Vancouver
Maurício Brum

Canadá: 3 dias para curtir Vancouver

A cidade de Vancouver, no Canadá, é uma metrópole multicultural e diversa. Graças aos seus cenários urbanos cercados por grandes paisagens naturais, também é um destino, digamos, versátil e capaz de se passar por outros lugares – já serviu como locação, por exemplo, para algumas produções, como os filmes da saga Crepúsculo e algumas séries do universo DC.

Ao planejar sua viagem, considere que para entrar no país os brasileiros devem portar um visto ou autorização eletrônica . Há muito para ver, mas as atrações mais famosas se concentram na área norte da cidade.

Três dias em Vancouver

Em um roteiro de três dias, comece com lugares que preservam o passado: visite o Museu de Vancouver e o Museu Marítimo para ficar por dentro da história da cidade. Depois, faça uma visita ao Mercado Público de Granville Island . Termine o dia desfrutando de um pôr-do-sol na praia de Kitsilano .

No segundo dia, dedique-se a explorar a Granville Island, começando pelo museu Science World e pela Biblioteca Pública de Vancouver . Vale se lançar às compras nos bairros de Gastown e Chinatown .

No último dia (ou quando as condições climáticas permitirem), aproveite as áreas verdes: desfrute do Stanley Park, no extremo norte da cidade. Não deixe de visitar o Vancouver Aquarium e relaxar na Teahouse de Stanley Park . Na outra ponta do parque, explore alguns pontos simbólicos da cidade, como o Farol Brockton Point.

Atrações imperdíveis

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Museu de Vancouver

A visita ao Museu de Vancouver é uma excelente oportunidade para começar a entender mais sobre a cultura da cidade e do Canadá. Situado em um território reconhecidamente indígena, o museu possui exposições que contam histórias sobre os povos que ajudaram a construir a região.

Próximo ao local também fica o Museu Marítimo de Vancouver , que possui coleções de artefatos navais e promove mostras sobre a história do país junto ao mar, com foco na costa do Pacífico, onde fica a cidade.

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Mercado Público de Granville Island

Situado na entrada da península de Granville, o Public Market tem várias opções interessantes de restaurantes para almoçar ou jantar. Lá também estão disponíveis produtos frescos e boas cervejas.

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No fim do dia, vale visitar nos arredores a Kitsilano Beach, um lugar bem badalado e com várias opções de lojas.

Science World

O passeio ao Science World é interessante do início ao fim, começando pela arquitetura do edifício. Projeto originalmente para ser um centro de exposições, o prédio tem uma estrutura em forma de globo construída em meados dos anos 1980.

Como o nome do museu sugere, a instituição tem exposições sobre tudo que é relacionado à ciência, das menores células do corpo humano aos grandes avanços da tecnologia. Assim, é ótimo para levar as crianças. Os ingressos custam até 23,65 dólares canadenses para crianças e 34,85 para adultos (respectivamente, cerca de R$ 96 e R$ 142).

Gastown e Chinatown

Gastown, região histórica da península (que por lá eles chama de “ilha”), é excelente para tirar muitas fotos, especialmente no Steam Clock – um relógio a vapor que apita para indicar as horas. Nas proximidades ficam algumas das melhores ruas para fazer compras na cidade, como a famosa Robson Street , onde se vende de artesanato até as marcas mais luxuosas do mundo.

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Relógio a vapor é atração charmosa da Gastown Lucy Claire/Unsplash

Pela região está o Harbour Centre , o terceiro arranha-céu mais alto de Vancouver. Nele é possível subir com elevadores panorâmicos até o topo da torre e visitar um mirante panorâmico com 360º – chamado de Vancouver Lookout , o observatório tem entrada a 20,26 dólares canadenses para adultos (R$ 82).

Ao lado do bairro fica a Chinatown de Vancouver, que é a segunda maior do continente, atrás apenas de Nova York. A região tem diversas lojinhas com produtos diversos pelas ruas e fica entre o Centro da península e Gastown.

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Vancouver Aquarium

Considerado o maior aquário do Canadá, o Vancouver Aquarium acolhe diversas espécies de animais aquáticos, répteis e anfíbios.

Além das lontras, tubarões e polvos, o aquário tem piscinas educativas nas quais as crianças podem tocar em alguns animais marinhos como anêmonas e estrelas do mar. Os ingressos custam a partir de 40 dólares canadenses (R$ 162).

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Stanley Park

Considerado o “coração verde” da cidade, o Stanley Park é o maior e mais antigo parque de Vancouver. Por lá você pode alugar uma bicicleta e percorrer toda a ciclovia do parque aproveitando tudo que há para ver: Vancouver tem a maior orla ininterrupta do mundo, o caminho de Seawall, com 28 km.

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Seawall: 28km de orla sem interrupções dronepicr/CC BY 2.0/Wikimedia Commons

No interior do parque também circula um agradável trenzinho turístico que percorre alguns dos pontos de interesse do parque que é repleto de monumentos, totens e obras de arte dos primeiros povos que habitaram o local. Em uma das extremidades do parque fica o Farol Brockton Point (construído em 1914), de onde se tem uma vista privilegiada cercada pela brisa do mar.

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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