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Chiesa del Gesú é exemplo de arquitetura barroca na Sicília

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Chiesa del Gesú é exemplo de arquitetura barroca na Sicília
Bárbara Ligero

Chiesa del Gesú é exemplo de arquitetura barroca na Sicília

A Chiesa del Gesú é uma das igrejas mais importantes da Sicília , na Itália . Também conhecida como Casa Professa , o conjunto de construções da Companhia de Jesus está localizado no centro de Palermo .

Em 884, quando a ilha ainda vivia sua era árabe, os monges basilianos fundaram o convento e templo de San Filippo d’Argirò no local onde hoje está a igreja. Conforme os anos e reinados mudavam, a igreja também se transformava: partes eram destruídas, capelas eram agregadas e os santos padroeiros eram alterados.

Foi em 1549 que os jesuítas desembarcaram em Palermo e começaram a fazer as mudanças que começaram a configurar a estrutura da igreja atual. Muito foi demolido e refeito, sendo que as alterações mais recentes aconteceram depois de 1943, quando os bombardeios da Segunda Guerra Mundial atingiram a cúpula da Chiesa del Gesù .

Chiesa del Gesù, Palermo, Sicília
Pinturas no teto também compõem a decoração Ralf Steinberger/Wikimedia Commons

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A planta da igreja é em formato de cruz latina, com três naves, um grande presbitério e uma série de capelas laterais características do período barroco. A fachada é austera e quase sem adornos, o que contrasta muito com o seu interior, de opulenta decoração.

Todas as paredes e colunas são revestidas com esculturas, incrustações policromadas, ornamentos de mármore, estuques e afrescos criados por uma série de artistas renomados, como Ignazio Marabitti, Vito D’Anna, Giacomo e Procopio Serpotta e Pietro Novelli. A arte ilustra cenas bíblicas e retrata, principalmente, Jesus e Maria. Veja alguns detalhes no vídeo abaixo:

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Serviço

Onde? Piazza Casa Professa, 21 – Palermo, Sicília.

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Quando? As visitas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 16h30.

Quanto? Para visitar as capelas e as naves, é preciso pagar € 2. Mas, por € 5, é possível fazer um passeio que passa, além das quatro capelas e da abside central, pela sacristia, pela cripta e por seis salas fechadas ao público geral.

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Mais informações no site da Casa Professa .

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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