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Como proteger seu celular ao viajar: dicas essenciais

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Como proteger seu celular ao viajar: dicas essenciais
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Como proteger seu celular ao viajar: dicas essenciais

Viajar para o exterior, seja a lazer ou trabalho, exige cuidados que vão além do passaporte e das malas. A segurança dos dados armazenados no celular é tão importante quanto os preparativos da viagem. Perder o aparelho em um passeio ou ter informações roubadas em redes Wi-Fi públicas são riscos reais e cada vez mais comuns.

Existem medidas para proteger o smartphone contra roubos, extravios e acessos indevidos. As  recomendações valem para viagens, mas também podem ser úteis no cotidiano. Confira as principais orientações:


Faça backup dos seus dados

Antes de embarcar, é fundamental realizar um backup completo do celular. Armazenar informações em serviços de nuvem confiáveis, como Google Drive, iCloud ou OneDrive, garante que os dados não sejam perdidos em caso de imprevistos.

Leve um celular reserva (se possível)

Uma estratégia eficaz é viajar com um segundo aparelho, configurado apenas com o essencial — como um chip local e aplicativos básicos. Assim, você minimiza os prejuízos caso o celular principal seja perdido ou furtado.

Evite redes Wi-Fi públicas

Conexões gratuitas em aeroportos, hotéis e cafés podem ser armadilhas. Criminosos criam redes falsas com nomes semelhantes aos oficiais — como “Free_Airport_WiFi” em vez de “Airport_WiFi”.

Use VPN para navegar com segurança

Uma VPN (rede privada virtual) criptografa a conexão entre o dispositivo e a internet, impedindo que terceiros acessem seus dados mesmo em redes comprometidas.

Ative o rastreamento remoto

Ferramentas como “Encontrar Meu Dispositivo” (Android) e “Buscar Meu iPhone” (iOS) permitem localizar o aparelho e até apagar dados à distância em caso de perda ou roubo.

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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