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Como tirar o visto chinês: passo a passo

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Como tirar o visto chinês: passo a passo
Maurício Brum

Como tirar o visto chinês: passo a passo

Portadores de passaporte brasileiro precisam de visto para visitar a China , é embarcar em uma aventura que combina templos ancestrais, arranha-céus modernos e paisagens naturais únicas. Se você está pronto para viver essa jornada, é hora de garantir o primeiro passo: o visto chinês.

O documento é uma autorização formal para entrar no país. No caso da China, o processo de solicitação exige atenção a várias etapas. Embora uma assessoria especializada possa facilitar os trâmites, muitos optam por fazer o pedido de maneira independente. Se esse for o seu caso, veja detalhes a seguir.

O primeiro passo é definir o objetivo da sua viagem, para assim definir a categoria do visto. Além disso, o prazo de validade e a duração do documento também variam conforme o visto escolhido.

Tipos de Visto

A Embaixada da República Popular da China no Brasil categoriza os vistos conforme o propósito da viagem. O visto C é para tripulantes e motoristas internacionais; o D para quem busca residência permanente; o F é destinado a atividades acadêmicas e de pesquisas científicas; e o G é para viajantes em trânsito, ou seja, aqueles que precisam passar pelo país temporariamente enquanto se dirigem ao seu destino.

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Jornalistas podem solicitar o J1 (permanência acima de 180 dias) ou o J2 (menos de 180 dias). Turistas devem solicitar o L , e para negócios, o visto M .

O Q1 é destinado à reunião familiar com intenção de residência prolongada, seja com parentes chineses ou estrangeiros já residentes, além de pessoas que pretendem morar no país devido à adoção. E o Q2 é voltado para visitas de curta duração a familiares que, também, sejam cidadãos locais ou estrangeiros no país.

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O S1 é para visitas prolongadas (mais de 180 dias) a familiares de estrangeiros residentes na China por motivo de trabalho, estudo ou questões particulares, e o S2 para visitas curtas a essas pessoas.

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O visto R é para talentos de alto nível ou profissionais que a China precise com urgência. Estudantes devem solicitar o X1 (longo prazo) ou o X2 (curto prazo), e trabalhadores precisam do visto Z .

Brasileiros devem apresentar o passaporte original com validade mínima de seis meses e o documento deve ter páginas em branco para que o visto possa ser concedido.

Cidadãos brasileiros não necessitam de visto para entrar em Hong Kong e Macau para estadias de até 90 dias.

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Documentos necessários

Os documentos básicos para obter qualquer tipo de visto são: um passaporte válido por pelo menos seis meses, um formulário preenchido e assinado e uma foto 3×4 colorida com fundo branco. Estrangeiros devem fornecer documentos que comprovem sua estadia legal no Brasil e, se tiverem nacionalidade chinesa anterior, o passaporte chinês original.

Mas fique atento! Cada modalidade de visto exige documentos específicos, como reservas de passagem e hotel para o visto L , carta convite para o visto F , licença de emprego para estrangeiros para o visto Z , entre outros. Consulte as exigências de cada visto no site da Embaixada Chinesa no Brasil.

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Os solicitantes devem fazer coleta das impressões digitais e foto na Embaixada ou Consulados-Gerais, com exceção de menores de 14 anos e maiores de 70 anos.

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Passo a passo

Passo 1: Reúna a documentação necessária para a modalidade de visto que você deseja solicitar.

Passo 2: Leve os documentos impressos ao Consulado da China responsável pela jurisdição do Estado em que você reside (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife ou Brasília).

Passo 3: Após a entrega, você receberá um boleto de R5. O valor pode variar anualmente, mas o pagamento poderá ser efetuado em dinheiro na conta do Banco do Brasil indicada pelo atendente.

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Saiba mais no site da Embaixada da China no Brasil.

A China exige certificado de vacinação contra a febre amarela.

Rumo ao Mundo

Além da China, há muitos países que requerem visto para quem tem passaporte brasileiro. Dentre eles estão Canadá , Estados Unidos , Austrália , México e muitos outros. Saiba também que mais de cem nações dispensam a necessidade de um visto.

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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