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COP30: Ministro reúne Curupira e “bichos da floresta” na abertura oficial do estande do Turismo na Green Zone

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O Ministério do Turismo deu início, nesta segunda-feira (10/11), à programação oficial do seu estande institucional na Zona Verde da COP30, em Belém (PA). A abertura foi marcada por uma ação simbólica que apresentou aos visitantes da cúpula a riqueza e a diversidade da Amazônia: a chegada do ministro Celso Sabino ao lado da mascote oficial do evento, o Curupira – figura do folclore brasileiro reconhecida como guardião da floresta.

O ministro fez o trajeto entre as zonas Azul e Verde a bordo de um dos ônibus do projeto de city tour, desenvolvido em parceria com a Escola Nacional de Turismo. No percurso até a Green Zone, 30 monitores da escola acompanharam Sabino e o Curupira, que foram recebidos por representações de animais típicos do bioma amazônico, reforçando a conexão entre natureza, cultura e sustentabilidade.

“A Amazônia é símbolo da força do nosso povo e do compromisso do Brasil com a preservação ambiental. Queremos que cada visitante da COP30 sinta a energia desse bioma e entenda que o turismo sustentável é um caminho eficaz para garantir desenvolvimento e proteção da floresta”, afirmou o ministro Celso Sabino.

A iniciativa marcou o início das atividades do estande “Conheça o Brasil”, que será palco de uma série de painéis, ativações e lançamentos que reafirmam o compromisso do país com um turismo sustentável, inclusivo e de baixo carbono. O primeiro dia de atividades foi inteiramente dedicado à Amazônia, destacando a diversidade cultural e a força das comunidades tradicionais.

INTERATIVIDADE – Instalado dentro da Green Zone – espaço aberto ao público e dedicado à sociedade civil, inovação e cultura –, conta com uma estrutura moderna e interativa, que inclui um estúdio para transmissões ao vivo e gravações de um videocast que será disponibilizado no canal do Youtube do Ministério do Turismo.

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O programa trará entrevistas, conversas e debates com especialistas, gestores e representantes do setor, ampliando o diálogo sobre os desafios e as oportunidades de um turismo conectado à agenda climática global.

A programação também inclui o funcionamento do Auditório Carimbó, onde serão realizados debates com especialistas sobre temas essenciais para o futuro do setor, como turismo regenerativo, financiamento climático, justiça ambiental e valorização de comunidades tradicionais.

Ao longo da semana, o ministério promoverá ainda o lançamento de produtos estratégicos voltados à adaptação climática do turismo brasileiro, como a Trilha Amazônia Atlântica, o Mapeamento do Turismo em Comunidades Indígenas, a série “Pelos Rios da Amazônia” e o Plano de Adaptação Climática do Turismo.

CITY TOUR E QUALIFICAÇÃO – O City Tour COP30 é uma das ações de destaque do Ministério do Turismo durante a conferência, com o objetivo de apresentar aos visitantes e delegações os principais pontos turísticos e culturais de Belém, conectando a experiência urbana à preservação ambiental. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Escola Nacional de Turismo e integra o legado de qualificação e promoção do turismo sustentável no país.

Os roteiros contam com a participação de estudantes e monitores capacitados, que atuam como guias during os deslocamentos entre os espaços da COP30, compartilhando informações sobre a história, a cultura e a biodiversidade da Amazônia.

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CATÁLOGO DE EXPERIÊNCIAS TURÍSTICAS – Para guiar os visitantes nacionais e internacionais por uma jornada pelo Brasil, o Ministério do Turismo lançou o Catálogo de Experiências Turísticas “Conheça o Brasil – Edição Especial COP30”. O catálogo está disponível, em inglês e português, nas InfoZones espalhadas por Belém, no Espaço “Conheça o Brasil” do Ministério do Turismo, na Green Zone da COP30, e também no Portal do MTur.

A publicação reúne mais de 100 experiências cuidadosamente selecionadas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, com foco em apresentar um ecossistema turístico plural, inovador e alinhado aos pilares da cúpula climática: conservação ambiental, justiça climática e sustentabilidade.

Confira AQUI a publicação.

MASCOTE DA FLORESTA – Uma das figuras mais icônicas do folclore amazônico, o Curupira tem a missão de proteger a floresta. Escolhido como símbolo oficial da COP30, o mascote desembarcou em Belém no último dia 5 e, desde então, tem cumprido uma agenda cheia de compromissos.

Antes da abertura oficial da COP30, o Curupira conheceu o Aeroporto Internacional de Belém e visitou o Porto de Outeiro, para conferir de perto os cruzeiros MSC Seaview e Costa Diadema, que servirão de hospedagem. Agora, ele participa das atividades na Green Zone, onde ajudou a inaugurar o estande do Ministério do Turismo, que segue com intensa programação em prol do Turismo Sustentável até o final do evento da ONU.

Por Paula Rosa
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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