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Em evento com gestores públicos e empresários, ministro do Turismo diz que ‘nada faz sentido se o cidadão não estiver no centro das atenções’

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou nesta quarta-feira (17) do Fórum LIDE Turismo, realizado na Arena das Dunas, em Natal (RN). No encontro, que reuniu empresários, investidores, gestores públicos, representantes de entidades de classe e especialistas para debater oportunidades de desenvolvimento e fortalecimento do turismo no Rio Grande do Norte e no Nordeste, o ministro destacou a parceria entre o setor público e a iniciativa privada para impulsionar a atividade turística e gerar emprego e renda, o que coloca o cidadão no centro das atenções.

“Temos trabalhado no Ministério de forma totalmente integrada com a iniciativa privada. Nós precisamos caminhar lado a lado para gerar emprego para o nosso povo, porque nada faz sentido se não colocarmos o cidadão no centro das nossas atenções”, afirmou o ministro.

Ele também falou sobre o trabalho do Governo do Brasil para atrair turistas chineses. Em maio, o ministro cumpriu uma série de agendas na China, em busca de atrair mais turistas para o Brasil.

“Vamos promover o Rio Grande do Norte e todos os destinos do Brasil na China, um mercado gigantesco e extremamente promissor, com mais de 1,3 bilhão de habitantes. E esse movimento ganha ainda mais força com a nova política nacional de isenção de vistos para turistas da China, que já está em vigor desde o dia 11 de maio”, complementou.

O ministro se referiu à medida anunciada no mês passado pelo governo, que estabelece isenção de vistos para chineses até 31 de dezembro de 2026. A isenção engloba viagens para turismo ou negócios.

Ao abordar a agenda de atração de investimentos, ele citou o Guia de Investimentos em Turismo no Brasil, produzido em parceria com a ONU Turismo e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF), que reúne 23 projetos prioritários, com potencial estimado em US$ 4,5 bilhões. Entre eles está o ArtEco Estrela, empreendimento de R$ 745 milhões em Baía Formosa (RN).

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“Este guia acaba de ser traduzido para o mandarim. Estive recentemente na China articulando parcerias e investimentos, e essa iniciativa tem um grande potencial de atrair o interesse chinês por oportunidades aqui no estado e em todo o Brasil”, destacou.

Em seu discurso durante o evento promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), o ministro ressaltou os resultados do turismo potiguar. De janeiro a abril deste ano, o Rio Grande do Norte recebeu 31.548 turistas internacionais, um crescimento de 148% em relação ao mesmo período de 2025.

“Se hoje o Rio Grande do Norte celebra resultados extraordinários no seu turismo, isso se deve, em grande parte, à força do empresariado aqui presente. E isso se soma aos permanentes esforços do governo do presidente Lula em direção à nossa maior prioridade: gerar emprego, renda e promover a inclusão social”, disse.

O ministro também destacou o desempenho do turismo brasileiro, que registrou recorde histórico de 9,2 milhões de visitantes estrangeiros em 2025.

“Estamos vivendo um momento extraordinário no turismo do Brasil. Desde 2023, sob a liderança do presidente Lula, o setor vem passando por uma transformação. Temos atingido recentemente diversos recordes. A atração de turistas estrangeiros é uma demanda muito importante, mas também estamos fazendo o dever de casa para fomentar o turismo doméstico. Saímos de 100 milhões de passageiros [em 2024] voando pelo país para 130 milhões no ano passado. Isso significa que mais brasileiros estão conhecendo o potencial do nosso turismo”, disse.

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Gustavo Feliciano também participa, nesta quarta-feira (17), em Natal, de mais uma edição da iniciativa “Do Lado do Turismo Brasileiro”, voltada ao atendimento e orientação de microempreendedores e empreendedores sobre o acesso às linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que disponibiliza mais de R$ 1 bilhão em crédito em 2026.

“O turismo é uma ferramenta não só de geração de emprego e renda, mas é uma ferramenta de inclusão social. Ele está presente em todas as camadas sociais: desde o grande empresário, dono do resort, até a camareira, o garçom. Então, temos uma enorme oportunidade de transformar o país economicamente. E é isso que nos move à frente do Ministério, sempre com a premissa de colocar o cidadão no centro das nossas ações, que é o que o governo do presidente Lula tem feito”, afirmou.

Em sua fala, o ministro ainda enfatizou a importância dos festejos juninos para a interiorização do turismo e a movimentação da economia local.

“Contem com o Ministério do Turismo para continuarmos transformando o potencial do Rio Grande do Norte em desenvolvimento real”, finalizou.

No evento, a ABIH-RN homenageou o ministro pela contribuição ao desenvolvimento do turismo brasileiro. A premiação celebrou as principais personalidades que lideram o desenvolvimento do setor no Rio Grande do Norte e no Brasil.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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