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Nem precisa falar arigatô! Conheça esta praia que fica no Japão

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 A ilha Ishigaki fica no Japão
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A ilha Ishigaki fica no Japão


Quando se fala em Japão, logo vêm à mente tecnologia de ponta, cidades movimentadas e tradições milenares.

Mas o país guarda também paisagens naturais surpreendentes — e a ilha Ishigaki é uma das maiores provas disso.

Distante dos roteiros tradicionais, ela se destaca como um refúgio paradisíaco que parece até fugir do imaginário comum sobre o Japão.

Um paraíso escondido entre recifes de corais

Integrante do arquipélago de Yaeyama, a ilha chama atenção por suas paisagens que lembram destinos famosos como Tailândia e Filipinas.

Com o tempo, foi ganhando espaço entre os viajantes e, em 2018, foi eleita o principal destino em alta do mundo pelo Traveler’s Choice, prêmio do TripAdvisor.

A beleza do mar, aliada à tranquilidade da região, faz de Ishigaki uma alternativa perfeita para quem busca contato com a natureza.

Mergulhar, caminhar, explorar: natureza em estado puro

Além das praias, a ilha oferece uma rica biodiversidade. Os recifes de corais ao redor possibilitam mergulhos e snorkel em águas cristalinas, enquanto trilhas por florestas e montanhas completam o cenário para quem gosta de ecoturismo.

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É um convite a experiências mais autênticas e imersivas, longe da agitação dos grandes centros.

Novo Havaí do Japão? Entenda o apelido

Não é raro ouvir turistas chamando Ishigaki de “Nova Bali” ou até mesmo “Novo Havaí”. A comparação se justifica pela beleza e pela atmosfera tropical, pouco associada ao Japão tradicional.

O acesso é feito apenas por voos domésticos, e a partir de Tóquio, a viagem leva cerca de três horas e meia. O aeroporto fica próximo à área central, facilitando o deslocamento pela ilha — que conquista à primeira vista.

Visitar Ishigaki é descobrir um lado do Japão que poucos imaginam. Em meio a um país conhecido por sua modernidade e tradição, essa ilha tropical surge como um convite ao descanso, à aventura e ao contato direto com a natureza.

Para quem busca um destino fora do comum, sem abrir mão da estrutura e hospitalidade japonesas, Ishigaki é uma escolha que surpreende — e marca para sempre.



Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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