Oktoberfest de Munique chega à 189ª edição com chope e tradição de sobra
Canções antigas, trajes tradicionais e canecos erguidos ditam o clima de uma celebração que atravessa gerações. Essas cenas estão prestes a se repetir na 189ª edição da maior festa folclórica do mundo, a Oktoberfest.
O evento acontecerá entre os dias 21 de setembro e 6 de outubro de 2024 em Theresienwiese – um campo aberto, com cerca de 405 mil², no centro da cidade de Munique , capital do estado de Baviera, na Alemanha.
A festança começa oficialmente ao meio-dia do sábado (21), com a tradicional batida de barril feita pelo lorde-prefeito Dieter Reiter no Schottenhamel Festhalle , a tenda de cerveja mais antiga da Oktoberfest, presente na região desde 1867.
Oktoberfest de Munique
Após a tradicional cerimônia de abertura com a batida de barril, o ritmo da festa se mantém até o primeiro final de semana de outubro: as principais tendas funcionam das 10h às 22h30, mas algumas barracas menores ficam abertas até às 23h30.
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Se estiver em família, é importante saber que, após as 20h, crianças menores de seis anos não podem permanecer nas tendas, e adolescentes de até 19 anos precisam estar acompanhados de responsáveis.
Oktoberfest de Munique existe desde 1810, mas, como nem sempre era realizada todos os anos, está “apenas” na edição 189 Hans Lohrmann/Pixabay
O que há de novo na Oktoberfest 2024?
Neste ano, mais de 400 empresas, entre bufês, feiras, comércios e serviços, estarão presentes no evento. Na área especial Oide Wiesn, dedicada a resgatar as tradições antigas com música de metais e atrações históricas, haverá 41 empresas participantes, com várias opções de alimentação. Ao contrário da área principal, que é gratuita, o acesso ao Oidn Wiesn exige o pagamento de uma taxa de € 4.
No Oidn Wiesn , outra novidade será o projeto ‘ vr4kids’, que oferecerá, pela primeira vez, uma visita virtual à Oktoberfest para crianças e jovens com deficiência.
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Já entre as novas atrações no parque de diversões, o Kick Downgira para todos os lados, enquanto o Hupferl– que retorna ao evento após oito anos – não só gira como também salta, desafiando os passageiros a se segurarem com a própria força. Já o Grand Carouselé um carrossel de vários andares.
Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.
Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.
Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.
Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.
De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.
Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.
Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.
Como e quando ir
Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.
Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.
Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].
Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Rafael Daher Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
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