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Piloto viraliza após explicar como ficar calmo em uma turbulência com ‘teoria da gelatina’

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A jovem explicou em um vídeo no TikTok
TikTok/@Marita

A jovem explicou em um vídeo no TikTok

Quem nunca viajou de avião e ficou morrendo de medo quando passou por uma turbulência? O ‘tremor’ durante um voo é uma das fobias mais comuns e pode causar ansiedade em diversos passageiros antes mesmo do embarque. Entretanto, ela pode ser mais simples e segura do que você imagina.

A piloto espanhola Marita Rojas utilizou as redes sociais para conseguir desmistificar esse assunto. Ela publicou um vídeo no TikTok explicando o fenômeno por meio da chamada “teoria da gelatina”. A explicação busca tranquilizar quem sofre com o receio de que os movimentos do avião possam representar risco.

O vídeo foi publicado no perfil @Marita. Nele, ela utiliza uma gelatina em um recipiente plástico para ilustrar o comportamento dos aviões no ar. No exemplo, a gelatina simboliza a atmosfera, enquanto um pedaço de papel representa a aeronave. A demonstração explica que as turbulências são apenas movimentos do ar ao redor do avião, não afetando sua estabilidade.

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Ao agitar levemente o recipiente, Marita demonstra que o papel não se desloca descontroladamente dentro da gelatina. Ela destaca que o movimento do avião acompanha o ar, mas isso não significa que ele esteja em perigo. “Se o ar se move, o avião vai se mover com ele, mas isso não significa que ele vá cair”, afirma.

@maritarx Que la gelatina te acompañe en tu proximo viaje para que no te de tanto miedo volar ✨✈️👩🏻‍✈️ #mujerpiloto #piloto #aviacion #turbulencias #miedoavolar #mujeresqueinspiran #mujerautista #viaje #viajar #volar #avion #aprendeentiktok ♬ sonido original – Marita 🌙


A piloto reforça que turbulências são naturais e que o exemplo da gelatina pode ser útil para lembrar que o avião permanece seguro, mesmo em voos mais agitados.

Marita sugere que passageiros que enfrentam o medo durante voos lembrem-se do experimento. Segundo ela, essa associação pode ajudar a reduzir a ansiedade em situações de turbulência.

A repercussão do vídeo foi imediata. O vídeo conta com mais de 50 mil visualizações. Muitos internautas elogiaram a explicação por ser clara e fácil de entender. Uma pessoa brincou dizendo que tentou focar na explicação da profissional: “Outro dia eu estava em um avião e havia uma leve turbulência, estava tentando pensar em geleia de abacaxi, mas só conseguia pensar que ia cair”. 

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Outra ressaltou que a explicação a acalmou: “Você me deu paz em diversas turbulências por causa de outro vídeo de muito tempo atrás onde você disse a mesma coisa. Eu até falo para os outros passageiros para eles se acalmarem também”. Alguns, no entanto, brincaram dizendo que, mesmo compreendendo a teoria, o instinto de sobrevivência ainda prevalece.

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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