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Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2025 reconhece 17 iniciativas e reforça protagonismo da Amazônia

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Pela primeira vez, a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) levou para Região Norte do Brasil o “Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2025”, que chegou à sua 13ª edição celebrando as melhores práticas do turismo nacional voltadas à inovação, responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. A cerimônia foi realizada nesta segunda-feira (08.12), no Teatro Estação Gasômetro, em Belém. O Pará, estado anfitrião do evento, foi um dos grandes destaques com seis iniciativas finalistas e quatro projetos premiados, evidenciando o protagonismo amazônico no turismo sustentável brasileiro.

O diretor de Qualidade, Sustentabilidade e Ações Climáticas no Turismo, Aldo Valentim, representou o ministro do Turismo, Celso Sabino, que não pôde estar presente no evento, mas fez questão de falar sobre a premiação. “A realização do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade em Belém, no coração da Amazônia brasileira, e que está no centro do debate mundial sobre o desenvolvimento sustentável, reforça o compromisso do Governo Federal com um turismo que gera emprego, preserva o meio ambiente e valoriza as comunidades locais. Hoje, a política nacional do turismo atua em um modelo de crescimento que alia preservação, inclusão social e geração de renda, tendo na sustentabilidade o seu eixo estratégico”, avaliou o ministro.

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Ao todo, a edição 2025 reconheceu 15 vencedores e 2 menções honrosas, totalizando 17 iniciativas premiadas por seu impacto positivo no turismo brasileiro. A edição deste ano teve como eixo temático especial a Amazônia, com resultados expressivos: sete dos 15 projetos vencedores (mais de 45%) atuam diretamente na região, reforçando o papel estratégico do bioma na agenda da sustentabilidade.

No total, as ações inscritas vieram de 13 estados, representando todas as regiões do país. Além do Pará, foram premiadas iniciativas de São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará e Rio de Janeiro, demonstrando a capilaridade do turismo sustentável no Brasil. Outro dado de destaque é o alto potencial de replicabilidade das iniciativas: 93% dos projetos vencedores podem ser reproduzidos ou adaptados em outros territórios e contextos, ampliando o alcance das boas práticas reconhecidas pelo prêmio.

Para a presidente executiva da Braztoa, Marina Figueiredo, o momento é simbólico. “A edição deste ano do Prêmio chega logo após a COP30, reafirmando que o turismo brasileiro está preparado para transformar compromissos globais em ações reais. As iniciativas vencedoras mostram que sustentabilidade e inovação já fazem parte da essência do nosso setor”, destacou.

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A edição 2025 do prêmio Braztoa foi realizada com apoio do Governo do Estado do Pará e patrocínio da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Sebrae Nacional e Ministério do Turismo, além de apoio institucional da Embratur e da ONU Turismo.

CATEGORIAS DA PREMIAÇÃO

Os projetos foram reconhecidos em três áreas:

• Gestão/Governança – com cinco vencedores, voltada a boas práticas estruturais em empresas, operadoras e organizações, com foco em eficiência, transparência, ESG, responsabilidade social e ambiental.
• Comunidades Locais – categoria criada nesta edição, com quatro projetos premiados, dedicada a iniciativas lideradas por comunidades ribeirinhas, indígenas, caiçaras e de turismo de base comunitária, promovendo inclusão social, geração de renda e valorização dos saberes tradicionais.
• Experiência/Produto – com seis vencedores, reconhecendo experiências de ecoturismo, cicloturismo, turismo regenerativo, gastronomia sustentável e turismo comunitário, integrando preservação ambiental, cultura e desenvolvimento local.

Por Cléo Soares

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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