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São Paulo: ‘Caminhada Assombrada’ resgata lendas do Centro Histórico para o Halloween

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São Paulo: ‘Caminhada Assombrada’ resgata causos e lendas do Centro Histórico
Maurício Brum

São Paulo: ‘Caminhada Assombrada’ resgata causos e lendas do Centro Histórico

Acontece no sábado do dia 26 de outubro a segunda edição da Caminhada Assombrada em São Paulo , um tour de Halloween gratuito que parte do Shopping Light e percorre prédios históricos do centro. O trajeto e a data, é claro, são pretextos para mergulhar nas lendas urbanas e causos sombrios da cidade, dignos de ser recordados às vésperas do Dia das Bruxas.

O próprio local de partida do tour já é repleto de anedotas do passado. Afinal, o shopping opera no Edifício Alexandre Mackenzie, o antigo Prédio da Light, tombado pelo Patrimônio Histórico.

O que ver na Caminhada Assombrada

A caminhada, com início às 17h30, leva cerca de 90 minutos circulando entre pontos famosos do centro da cidade de São Paulo . A ideia é mesclar mistério, cultura e marcos arquitetônicos da maior cidade do país, com os participantes aprendendo mais sobre pontos conhecidos como o Theatro Municipal , o Edifício Martinelli , o Edifício Joelma e o Prédio dos Correios , entre outros espaços de interesse na região.

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Segundo os organizadores, a ideia é voltar a viver o centro da cidade a partir de suas histórias. A participação é gratuita, mas há limite de vagas. Por isso, é bom fazer a inscrição com antecedência no site .

Tanto o ponto de encontro para o começo do passeio quanto a conclusão do percurso ocorrem no próprio Shopping Light .

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A Caminhada Assombrada é co-organizada pelo Reconheça SP e o “O que te Assombra?”, que realiza passeios nesse estilo na capital e no interior. A primeira edição em São Paulo ocorreu em abril de 2022.

Caminhada Assombrada 2024

Onde? Encontro no piso térreo do Shopping Light, na Rua Cel. Xavier de Toledo, 23, no Centro Histórico de São Paulo – ao lado da estação de metrô Anhangabaú. Para quem vai de carro, o acesso ao estacionamento é pela Rua Formosa, 157.

Quando? Em 26 de outubro (sábado), com início às 17h30. A caminhada deve durar cerca de 90 minutos.

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Quanto? As inscrições são gratuitas, mas há limite de 150 participantes. Confirme sua participação pelo site .

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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