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Show da Lady Gaga no Rio: como chegar a Copacabana

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Show da Lady Gaga no Rio: como chegar a Copacabana
Reprodução/Youtube

Show da Lady Gaga no Rio: como chegar a Copacabana

A superstar global Lady Gaga se apresenta neste sábado (3) em um show gratuito que promete reunir cerca de 1,6 milhão de pessoas na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento faz parte do programa “Todo Mundo no Rio”, que traz anualmente grandes nomes da música internacional para performances de entrada franca.

A cantora, carinhosamente chamada de “Mother Monster” por seus fãs, os “Little Monsters”, sobe ao palco às 21h45. Antes dela, os DJs convidados animam o público às 17h30 e 19h30.


Local e estrutura do evento
O show acontece no Posto 2 de Copacabana, em frente ao icônico Copacabana Palace. O público será acomodado desde a Rua Rodolfo Dantas até a Avenida Princesa Isabel. À medida que as áreas próximas ao palco forem preenchidas, os acessos serão bloqueados para garantir segurança e conforto.

Como Chegar ao Show
Para facilitar o deslocamento dos fãs, confira as opções de transporte disponíveis:

🚇 Metrô
Estações abertas 24h: Siqueira Campos (recomendada), Cardeal Arcoverde e Cantagalo.
Valor da passagem: R$ 7,90 (pagamento via cartão Giro, Riocard, NFC ou aproximação).
Recomendações: Compre as passagens com antecedência e evite a estação Cardeal Arcoverde no embarque.

🚌 Ônibus
Linhas especiais: 100, 167, 483, 492, entre outras.
A partir das 18h, os acessos à área do show serão bloqueados, exceto para ônibus e táxis.
Após 19h30, nenhum veículo circulará na região.

🚆 Trem (Supervia)
Funcionamento normal na ida.
Estação Central do Brasil fecha às 21h e reabre à meia-noite.

🚊 VLT
Operação estendida das 23h de sábado até 5h de domingo no trecho Terminal Gentileza x Central.
Passagem: R$ 4,70 (RioCard ou Jaé).

🚍 BRT
Operação 24h em todas as linhas (Transoeste, Transcarioca, Transolímpica e Transbrasil).

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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