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Tamandaré se destaca com piscinas naturais e a famosa Praia dos Carneiros no litoral sul de Pernambuco

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O litoral sul de Pernambuco é um dos destinos mais procurados do Nordeste brasileiro no verão. Lá, Tamandaré, situada a cerca de 100 km de Recife, é um verdadeiro refúgio de águas mornas e transparentes. A cidade oferece o cenário ideal para a alta temporada: um mar protegido por barreiras de recifes que formam piscinas naturais, coqueirais a perder de vista e um ritmo que equilibra o sossego de uma vila de pescadores com infraestrutura turística de qualidade.

O verão em Tamandaré é marcado pela maré baixa, quando a paisagem se transforma e revela bancos de areia e corais. O destino tem fama por abrigar a Praia dos Carneiros, considerada uma das mais belas do mundo, mas o município vai muito além, envolvendo história, passeios ecológicos e uma culinária pernambucana autêntica, ideal para famílias e casais que procuram descanso à beira-mar.

PRAIAS – A orla de Tamandaré é extensa e diversificada, caracterizada pela tranquilidade das águas devido à proteção dos recifes:

– Praia dos Carneiros: o cartão-postal da região. Famosa pela icônica Capela de São Benedito (a “igrejinha” à beira-mar), possui águas verdes e mornas no encontro do Rio Formoso com o mar.

– Praia de Tamandaré: a praia central, com boa estrutura de calçadão e quiosques. Na maré baixa, seus recifes formam piscinas ideais para crianças.

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– Praia de Campas: vizinha a Carneiros, concentra boas pousadas e casas de veraneio, oferecendo um mar calmo e um ambiente mais reservado.

– Boca da Barra: localizada no encontro de rios com o oceano, é uma área de beleza singular, cercada por manguezais preservados e bancos de areia.

DIVERSÃO – Além do banho de mar, Tamandaré proporciona experiências que conectam o visitante à natureza e à história local:

– Passeios de catamarã e lancha: atividade obrigatória para explorar os bancos de areia, o banho de argila e os manguezais do Rio Formoso.

– Forte de Santo Inácio de Loyola: construção do século XVII, é um marco da defesa colonial holandesa e portuguesa, oferecendo uma imersão na história de Pernambuco.

– Capela de São Benedito: construída no século XVIII, a pequena igreja na areia da Praia dos Carneiros é um dos cenários mais fotografados do Brasil e ainda celebra casamentos e missas.

– Mirante do Oitizeiro: localizado em um ponto alto da região, tem uma vista panorâmica da costa e dos coqueirais, ideal para fotos.

– Centro de Artesanato: espaço onde é possível conhecer a produção local, com destaque para trabalhos em palha, madeira e rendas.

CULINÁRIA – A gastronomia em Tamandaré reflete a riqueza do litoral pernambucano. Frutos do mar fresquíssimos são a base dos cardápio, que incluem agulhinha frita, peixada ao molho de coco, ensopado de aratu e lagosta grelhada. Nas praias, o tradicional caldinho (de peixe, feijão ou camarão) e o queijo coalho assado com melaço são muito comuns. Para a sobremesa, o clássico bolo de rolo com goiabada e a cartola (banana frita com queijo e canela) completam a experiência doce do estado.

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COMO CHEGAR – O principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Recife, situado a aproximadamente 100 km de Tamandaré. O trajeto terrestre segue pela rodovia PE-060, que corta o litoral sul e oferece belas paisagens de canaviais e coqueiros. A cidade também é vizinha de Porto de Galinhas, permitindo roteiros combinados entre os dois destinos famosos.

CONHEÇA O BRASIL – O Programa “Conheça o Brasil: Voando” busca incentivar e facilitar viagens dos brasileiros no país. A iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), reúne esforços para democratizar o acesso à aviação civil e reduzir custos operacionais, aprimorando o ambiente de negócios e a competitividade do mercado aéreo nacional.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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