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Uruguai é o país mais caro da América do Sul para viver em 2025

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Punta Del Este, Uruguai
Reprodução/Divulgação

Punta Del Este, Uruguai

De acordo com dados da plataforma Numbeo, o  Uruguai ocupa, em 2025, o topo da lista dos países sul-americanos com o custo de vida mais elevado para se morar. Na outra extremidade, o  Paraguai aparece como o destino mais econômico para quem busca viver na região.

O relatório também destaca que o Paraguai lidera com os menores valores em alimentos (22,68) e aluguel (8,60). Já o Uruguai registra preços bem mais altos nesses quesitos, com índices de 46,53 para alimentação e 12,49 para aluguel.


A pesquisa levou em consideração seis fatores: custo de vida, preço de aluguel, custo combinado de vida e aluguel, preços de alimentos, custo em restaurantes e o poder de compra local.

Já o  Brasil figura entre as opções mais acessíveis, sendo o terceiro país com menor custo de vida da América do Sul.

O índice de custo de vida no Uruguai atinge 46,33 pontos, superando com folga os demais países, e quase dobrando o índice do Paraguai, que é de 23,02. O Brasil apresenta um índice de 25,56, o que o torna uma alternativa mais viável financeiramente para quem deseja viver de forma mais econômica no continente.

Os dados divulgados pela Numbeo têm como base mais de 9 milhões de informações de preços enviadas por usuários de diversas partes do mundo, em 12.227 cidades.

Veja a seguir o ranking dos países com menor custo de vida na América Latina:

  • Paraguai – 23,02
  • Bolívia – 25,22
  • Brasil – 25,56
  • Colômbia – 25,96
  • Peru – 29,43
  • Equador – 30,01
  • Chile – 35,13
  • Argentina – 35,75
  • Venezuela – 35,87
  • Uruguai – 46,33

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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