Agronegócio

Agro em Campo percorre cinco municípios nesta semana

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Iniciando o mês de março, o Agro em Campo realiza uma vasta programação rural até o dia 26, abrangendo as regiões de Boa Vista, Cantá, Alto Alegre, Mucajaí e Baixo Rio Branco, com o Governo de Roraima levando serviços essenciais, mecanização, apoio técnico e econômico aos pequenos produtores.

Na última sexta-feira, 10, o circuito percorreu o Novo Passarão, depois seguiu até a Vila Apiaú, em Mucajaí, no sábado, 11, com a presença do governador Antonio Denarium.

“Em todos os municípios, o Governo do Estado vem garantindo força sobre as ações produtivas, recuperando pontes e estradas, assegurando apoio total para quem trabalha pelo desenvolvimento roraimense. Em Mucajaí, a população rural tem recebido tratores, insumos, sementes, plantadeiras e demais recursos para suprir 202 hectares na região”, destacou Denarium.

Para o secretário Márcio Grangeiro, o Agro em Campo também tem um papel fundamental na preservação ambiental.

“A adoção de práticas conscientes, como o plantio direto, a rotação de culturas e a integração lavoura-pecuária, obedece à conservação dos recursos naturais. Nesse intuito, o Agro em Campo atua como uma atividade essencial para a economia familiar e alimentação populacional, agregando a evolução de práticas sustentáveis e inovações tecnológicas que possam garantir produtividade e competitividade no mercado”, reforçou o titular da Seadi (Secretaria de Agricultura, Desenvolvimento e Inovação).

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Nos olhos do produtor Elias Pereira, 65 anos, estava o semblante de uma realização já muito esperada. Na região, o agricultor lida com milho, mandioca e feijão há 20 anos.

“Vejo Roraima passando por uma grande transformação iniciada com a regularização fundiária, com programas sociais e ambientais, sobretudo, com atendimento nas porteiras, tirando o homem do campo do cabo da enxada com iniciativas públicas asseguradas por uma nova geração política roraimense que faz o povo caminhar para frente”, concluiu.

O Agro em Campo é uma realização do Governo de Roraima, por meio do Eixo de Desenvolvimento Sustentável: Seadi, Iater (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural), Iteraima (Instituto de Terras e Colonização), Femahr (Fundação do Meio Ambiente e Recursos Hídricos), Aderr (Agência de Defesa Agropecuária), Desenvolve RR, com apoio do Sebrae-RR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Faerr, Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Faerr (Federação de Agricultura e Pecuária) e Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).

INVESTIMENTOS

Em 2022, a Agricultura Familiar e Indígena colheu mais de três mil hectares de grãos. No mesmo ano, mais de 7 mil títulos definitivos: urbanos, rurais e no Distrito Industrial também foram entregues.

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Ainda no campo, 100 tratores foram adquiridos para beneficiar a população do campo, além de 49 caminhões, 45 carretas, 600 kits de pesca, 1.500 implementos agrícolas, 1.000 casas de farinha e o Estado ainda deve implementar em 2023 sua bacia leiteira com aquisição de 5 mil matrizes prenhas por inseminação artificial.

AGRO EM CAMPO

O Agro em Campo envolve diversas etapas do processo produtivo, desde a preparação do solo até a recepção dos produtos. As técnicas utilizadas para o cultivo e criação de animais evoluíram ao longo dos anos, com a adoção de práticas energéticas e tecnologias inovadoras que visam aumentar a produtividade e reduzir o impacto ambiental.

Além disso, o Agro em Campo também envolve o processamento de alimentos, como o beneficiamento de grãos e a produção de leite e carnes. Essa etapa é fundamental para garantir a qualidade dos produtos e agregar valor à produção.

O setor agropecuário é um dos mais importantes da economia brasileira, sendo responsável por cerca de 23% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. A agricultura e a pecuária são atividades essenciais para a produção de alimentos, abastecimento de mercados e geração de empregos.

Fonte: Governo RR

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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