Agronegócio

Agronegócio amplia presença em conselho estratégico do governo

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O setor agropecuário ganhará mais espaço nas discussões sobre o futuro econômico do país a partir da próxima semana. O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como “Conselhão”, receberá novos representantes ligados ao agronegócio em sua composição, que conta com cerca de 200 integrantes e funciona como um órgão consultivo do governo federal.

O colegiado tem a missão de assessorar a Presidência da República em temas estratégicos, reunindo diferentes setores da sociedade civil, do empresariado e do meio acadêmico para debater soluções de longo prazo. Suas reuniões servem como um espaço de diálogo e formulação de propostas em áreas como desenvolvimento sustentável, transição energética, uso da terra e políticas de inclusão produtiva.

A entrada de novos integrantes ligados ao agro ocorre em um momento em que o governo busca estreitar laços com o setor, historicamente um dos motores da economia brasileira, mas que mantém distância do atual ciclo político.

Os novos conselheiros terão mandato até 2027 e devem levar pautas como a recuperação de terras degradadas, a ampliação do seguro rural, a criação de um fundo para catástrofes climáticas e a securitização de dívidas de produtores afetados por eventos extremos.

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A expectativa é que a participação mais ativa do segmento ajude a embasar políticas públicas e acordos comerciais, além de fortalecer a agenda de práticas sustentáveis no campo. O conselho já discute, por exemplo, a formação de um grupo de trabalho para tratar do reaproveitamento de áreas improdutivas, de forma a ampliar a produção sem necessidade de desmatamento.

Com a nova configuração, o “Conselhão” reforça seu papel de ponte entre governo e sociedade, abrindo espaço para que diferentes setores apresentem suas demandas e contribuam para decisões que impactam a economia e o meio ambiente nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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