Agronegócio

Aquishow Brasil 2025 começa terça e quer superar R$ 100 milhões

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Tem início nesta terça-feira (27.05), em Uberlândia (535 km da capital  Belo Horizonte), Minas Gerais, a Aquishow Brasil 2025, considerada a maior feira de aquicultura do país. Pela primeira vez realizada fora do estado de São Paulo, o evento adota um formato itinerante e visa impulsionar o crescimento da atividade aquícola em Minas Gerais, estado que se destaca na produção de tilápia.

A expectativa é que a feira reúna cerca de 6 mil visitantes de diversas regiões do Brasil e do exterior. Em 2024, o evento contou com participantes de 17 países, principalmente da América Latina. Na edição anterior, foram movimentados R$ 100 milhões em negócios, e a meta para 2025 é um aumento de 15% nesse valor.

A Aquishow Brasil 2025 contará com mais de 100 estandes, reunindo empresas e instituições que apresentarão as mais recentes inovações em genética, insumos, equipamentos e serviços voltados para a aquicultura. Além da exposição comercial, a programação inclui palestras, painéis temáticos, torneios como o “Tarrafeador de Ouro” e atividades educativas, como o “AquaQuiz”.

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Também serão realizadas premiações que reconhecem profissionais que contribuem para o desenvolvimento da aquicultura, como o Prêmio Inovação Aquícola e o Prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura.

O evento é promovido pela Peixe SP – Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União, em parceria com a Peixe MG – Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas do Estado de Minas Gerais. A realização da feira em Uberlândia reforça o papel estratégico de Minas Gerais na aquicultura nacional e busca fomentar o desenvolvimento sustentável do setor na região.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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