Agronegócio

Auditores fecham alfândega e afetam fluxo do agronegócio Brasil-Paraguai

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Auditores fiscais federais agropecuários paralisaram, nesta terça-feira (20.02) as operações na alfândega de Foz do Iguaçu, impactando o fluxo de comércio entre Brasil e Paraguai.

A suspensão interrompeu o trânsito de produtos como milho, soja, trigo, arroz, farinha de trigo, óleo vegetal, frutas, vinho, produtos cristalizados, produtos lácteos, carnes bovina, suína e de frango, peixes e rações destinados à exportação ou importação. Apenas cargas consideradas perecíveis foram autorizadas a passar pela fiscalização.

A manifestação dos auditores afetaram diretamente as operações comerciais do setor privado. Em consequência, quase 2 mil caminhões encontram-se em espera na fila para a liberação de entrada ou saída do país, acumulando ao menos 240 processos pendentes de despacho na fronteira.

Representantes da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) planejam negociações para buscar uma solução para a situação atual. A paralisação, conhecida como “operação padrão”, também tem provocado atrasos nas rotinas de emissão de certificados para exportação em frigoríficos em todo o país, afetando o setor de carnes.

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Os auditores reivindicam melhorias salariais e reestruturação de carreira. A proposta apresentada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em 15 de fevereiro não foi bem recebida pela categoria, que compara o tratamento recebido com o de outras carreiras federais.

As negociações entre o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e o Anffa Sindical estão previstas para continuar na quarta-feira, 21 de fevereiro, buscando minimizar os impactos da paralisação no setor produtivo.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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