Agronegócio

BNDES apoia o desenvolvimento do agronegócio

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reconhecendo essa importância do agronegócio, tem sido um forte apoiador do desenvolvimento da produção.

Com quase 20% da força de trabalho do Brasil empregada no ramo agropecuário e a produção agrícola representando cerca de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do país, fica claro o peso e a relevância desse segmento para a economia nacional.

O BNDES desempenha um papel crucial nesse contexto, oferecendo linhas de crédito ao longo de todo o ano para a cadeia produtiva do agronegócio, priorizando os produtores rurais e suas cooperativas. No recente Plano Safra de 2023, o BNDES já injetou mais de R$ 20 bilhões em financiamentos destinados a esses agentes, contribuindo para impulsionar o desenvolvimento e a produtividade no campo.

Uma das vertentes importantes do apoio do BNDES é o reconhecimento do cooperativismo como um sistema econômico significativo para o progresso do setor agropecuário. Para atender às necessidades específicas dos produtores cooperados, o banco disponibiliza linhas de crédito dedicadas, como a linha BNDES Crédito Rural Cooperativas.

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Essa linha especial destina recursos para capital de giro às cooperativas de produtores rurais em todo o país, oferecendo condições especiais para fortalecer e impulsionar suas atividades:

  • Taxas de juros pré e pós-fixadas.
  • Possibilidade de indexação da dívida em variação do dólar para quem possui receita na mesma moeda, com condições exclusivas.
  • Prazo de pagamento de até 5 anos e carência de até 1 ano.

O BNDES reforça sua missão de contribuir para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro, oferecendo suporte financeiro e condições favoráveis para impulsionar a produtividade, a inovação e a competitividade nesse setor tão vital para a economia do país.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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