Agronegócio

Brasil fortalece articulação com importadores colombianos para ampliar exportações de frutas frescas

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em articulação com a Embaixada do Brasil em Bogotá, apoiou agenda promovida pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) para prospecção de oportunidades para as frutas frescas brasileiras no mercado colombiano. A agenda contou com apoio do adido agrícola do Brasil na Colômbia, Clóvis Serafini.

Durante a missão, representantes da Abrafrutas participaram de reunião com a Associação Colombiana de Importadores de Frutas Frescas (Asifrut). Na ocasião, foram discutidas possibilidades de ampliação do acesso de produtos brasileiros ao mercado colombiano, diante do interesse dos importadores locais em diversificar fornecedores.

Atualmente, parte relevante das frutas importadas pela Colômbia é proveniente de países como Chile e Peru. Para o Brasil, o cenário representa oportunidade para ampliar a presença no mercado colombiano com produtos de qualidade reconhecida, oferta regular e logística competitiva.

Durante o encontro, a presidente da Asifrut destacou a chegada da primeira importação de maçã Royal Gala brasileira ao país, recebida no porto de Cartagena das Índias. Segundo a entidade, o produto apresentou boa aceitação comercial e tempo de trânsito semelhante ao de frutas importadas de outras origens.

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Os importadores colombianos também manifestaram interesse em ampliar o portfólio de frutas adquiridas do Brasil. Entre os produtos mencionados estão cítricos, nectarinas, ameixas, figos, goiabas e caquis.

A aproximação com o mercado colombiano ocorre em um contexto de expansão das exportações brasileiras de frutas frescas. No primeiro trimestre de 2026, as vendas externas do setor cresceram mais de 20% em valor e 13% em volume na comparação com o mesmo período de 2025.

O resultado reforça o trabalho conduzido pelo Mapa, em parceria com instituições públicas e privadas, para ampliar o acesso de produtos brasileiros ao mercado internacional. Desde 2023, foram abertas 34 novas oportunidades de exportação para frutas brasileiras.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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