Agronegócio

Brasil pode exportar tecnologias agrícolas para ajudar outros países

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O Brasil, com sua vasta experiência em agricultura tropical e tecnologias sustentáveis, está em uma posição única para liderar a transferência de conhecimento agrícola global, dizem especialistas em agronegócio.

O desenvolvimento de novas tecnologias no agronegócio brasileiro tem sido um dos principais motores para os altos índices de produtividade e a capacidade de cultivo durante todo o ano, posicionando o país como um dos principais produtores agrícolas do mundo.

A expertise em agricultura tropical, aliada à sustentabilidade, pode ser replicada em outras regiões, como China, Índia e África, que possuem um vasto território propício para o cultivo de alimentos e essa transferência de conhecimento pode não apenas elevar a produtividade agrícola, mas também contribuir significativamente para o desenvolvimento social e a segurança alimentar global.

Renata Miranda, secretária de Inovação e Desenvolvimento Sustentável, reforça que a América do Sul oferece mais oportunidades do que crises, especialmente com o Brasil presidindo o G20. “A região possui diversidade, extensas terras férteis, recursos naturais e tecnologias de alta produtividade”, afirma Miranda.

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Para alcançar a sustentabilidade e manter a competitividade nos mercados externos, a descarbonização da cadeia produtiva agrícola é vista como essencial pelos especialistas.

No entanto, alertam que, para que essa transferência seja eficaz, é necessário enfrentar desafios como a infraestrutura inadequada e as variáveis econômicas globais. Com investimentos estratégicos e parcerias globais, o Brasil pode não apenas fortalecer sua posição no mercado global, mas também contribuir significativamente para a segurança alimentar mundial.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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