Agronegócio

Chuvas devastam agronegócio gaúcho: prejuízos já se aproximam dos R$ 3 Bilhões

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As chuvas intensas que assolam o Rio Grande do Sul há mais de um mês continuam a causar estragos significativos em diversos setores da economia do estado. De acordo com o boletim divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) nesta sexta-feira (24.05), as perdas financeiras na agricultura já somam R$ 2,7 bilhões, um aumento em relação aos R$ 2,2 bilhões contabilizados no último sábado (18.05). Além disso, os danos econômicos gerais no estado subiram de R$ 4,6 bilhões para R$ 10,6 bilhões, conforme a CNM.

Os cálculos apresentados pela Confederação são parciais e podem variar diariamente. Até o momento, apenas 94 municípios inseriram os valores de prejuízos públicos e privados no sistema da entidade, o que sugere que os números podem ser ainda maiores à medida que mais dados sejam contabilizados.

O setor pecuário também foi duramente atingido, com perdas que passaram de R$ 220,5 milhões no relatório anterior para R$ 245,4 milhões no boletim mais recente.

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A CNM destaca que os danos causados pelas chuvas estão impactando severamente a economia gaúcha, exigindo atenção e medidas urgentes para mitigação e recuperação. O cenário de calamidade reforça a necessidade de apoio estadual e federal para os municípios mais afetados, garantindo que recursos e assistência cheguem rapidamente às regiões devastadas.

Fonte: Pensar Agro

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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