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Citricultura deve avançar em Erechim com expansão de área e manejo reforçado nas lavouras

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Área de citros deve crescer na região de Erechim

A citricultura no norte do Rio Grande do Sul apresenta perspectiva de expansão, especialmente na regional de Erechim. De acordo com levantamento da Emater/RS-Ascar, a área plantada com citros pode alcançar 235 hectares em 2026.

A produtividade estimada é de aproximadamente 32 toneladas por hectare, indicando um cenário positivo para o desenvolvimento da atividade na região.

Colheita da bergamota Okitsu já começou em algumas regiões

Na região de Frederico Westphalen, a colheita da bergamota da variedade precoce Okitsu já está em fase inicial. Enquanto isso, outras variedades de citros seguem na etapa de enchimento dos frutos.

O avanço das lavouras ocorre dentro do calendário esperado, com produtores acompanhando de perto o desenvolvimento das plantas.

Produtores intensificam manejo fitossanitário

Para garantir a qualidade e a sanidade dos pomares, os citricultores têm reforçado os tratos culturais. Entre as principais ações estão a adubação e a adoção de tratamentos fitossanitários preventivos.

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O foco está no controle de doenças como pinta-preta e cancro-cítrico, além do manejo de pragas como ácaros, que podem comprometer a produtividade e a qualidade dos frutos.

Estiagem impacta desenvolvimento dos frutos

Apesar das perspectivas positivas, a estiagem registrada no início do ano trouxe impactos para algumas áreas produtoras, como em Liberato Salzano e municípios vizinhos.

A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento dos frutos, resultando em redução do calibre e queda, o que pode afetar o rendimento final da produção.

Preço da bergamota varia entre R$ 45 e R$ 50 por caixa

No mercado, a comercialização da bergamota Satsuma Okitsu tem apresentado preços entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 25 quilos, conforme os dados mais recentes.

Os valores refletem o atual cenário de oferta e demanda, além das condições de produção enfrentadas ao longo da safra.

Perspectiva: expansão com desafios climáticos e de manejo

A citricultura na região norte do Rio Grande do Sul deve seguir em expansão nos próximos anos, impulsionada por boas perspectivas de produtividade.

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No entanto, fatores climáticos e a necessidade de manejo constante seguem como desafios importantes para garantir o desempenho das lavouras e a qualidade da produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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