Agronegócio

CMO aprova R$ 12,5 bilhões em créditos para produtores rurais

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou R$ 12,5 bilhões em créditos extraordinários para o Orçamento de 2025, conforme divulgado pela Agência Senado. A maior parte desse montante, R$ 12 bilhões, está vinculada à Medida Provisória 1.316/2025, que busca apoiar produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos.

Novas linhas de crédito rural para dívidas agrícolas

Segundo mensagem do governo ao Congresso, a medida provisória cria linhas de crédito voltadas à liquidação ou amortização de dívidas de agricultores vinculados ao Pronaf, Pronamp e contratos rurais que enfrentam dificuldades de pagamento. O objetivo é facilitar a regularização financeira daqueles impactados por custos elevados com instituições financeiras e o Tesouro Nacional.

A relatora da MP, senadora Dorinha Seabra (União-TO), reforçou a importância da aprovação. “Com esse crédito, será possível oferecer taxas de juros e prazos mais adequados para pagamento das dívidas que não puderam ser regularizadas”, afirmou.

Próximos passos no Congresso Nacional

De acordo com o presidente da CMO, senador Efraim Filho (União-PB), a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e do relatório de receitas do Orçamento de 2026 foi remarcada para quarta-feira (3). As medidas provisórias aprovadas seguirão agora para análise dos Plenários da Câmara e do Senado, enquanto os projetos de lei serão votados no Plenário do Congresso Nacional.

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Aprovação de emendas ao Orçamento de 2026

Na mesma reunião, a CMO também aprovou o relatório do Comitê de Admissibilidade de Emendas ao Orçamento de 2026. O relator, deputado Carlos Henrique Gaguim (União-TO), rejeitou duas emendas de comissões e quatro de bancadas estaduais, aprovando um total de 532 emendas. Ele ainda aguarda o relatório da bancada de Alagoas.

Os parlamentares têm a possibilidade de apresentar emendas coletivas de bancadas estaduais e de comissões, além de emendas individuais às despesas previstas pelo Executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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