Agronegócio

Conab avalia que safra 2024/2025 terá produção recorde apesar do clima

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou novas estimativas sobre a safra de soja 2024/25, trazendo previsões otimistas para a próxima safra, mesmo com as adversidades climáticas.

De acordo a avaliação da Conab, em parceria com a a consultoria Safras & Mercado, a produção de soja pode alcançar 166,28 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 12,8% em comparação com o ciclo anterior, que foi de 152,3 milhões de toneladas. Em termos de área plantada, a expectativa é de 47,4 milhões de hectares, um crescimento de 2,1% em relação aos 46,46 milhões de hectares registrados na safra 2023/24.

No Rio Grande do Sul, um dos estados chave na produção de grãos, o aumento dos custos do seguro agrícola para o milho tem incentivado a migração de áreas cultivadas com o cereal para a soja. Esse movimento eleva a expectativa de produção no estado, apesar de preocupações com o clima seco, que já atrasou o início do plantio em algumas regiões.

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Além disso, a produtividade média nacional deve aumentar, passando de 3.295 quilos por hectare (54,9 sacas) para 3.642 quilos (60,7 sacas), uma recuperação importante após problemas climáticos no ciclo anterior.

Mesmo com a pressão dos preços da soja em queda no mercado interno, a cultura permanece lucrativa, com forte demanda global e alta liquidez. O crescimento do esmagamento de grãos e a expansão da produção de biocombustíveis, tanto no Brasil quanto no exterior, têm impulsionado as exportações e o mercado interno, fortalecendo o cenário positivo para a safra.

Combinando a ampliação da área plantada e o aumento da produtividade, a soja continua a ser uma das culturas mais estratégicas do agronegócio brasileiro, com expectativas de superar desafios climáticos e consolidar a posição do Brasil como um dos maiores produtores mundiais.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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