Agronegócio

Entrevista com Samanta Pineda no Podcast “Pensar Agro”

Publicado em

O podcast “Pensar Agro”, apresentado por Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, entrevista Samanta Pineda, advogada especialista em Direito Ambiental e diretora executiva do “Agro mais”.

Entre vários outros temas, Samanda fala sobre os desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro. A conversa abrange temas críticos como questões políticas, o crescimento do setor, a segurança jurídica, a propriedade privada, e um questão cada vez mais presente: a geopolítica ambiental. Ela fornece uma lente crucial para entender as complexas relações entre meio ambiente e política, e para identificar soluções eficazes para os problemas do agronegócio.

Alguns exemplos de como a geopolítica ambiental se aplica no mundo real:

  • Disputas por recursos hídricos: A escassez de água está aumentando em várias regiões do mundo, levando a conflitos entre países e comunidades que dependem dos mesmos recursos hídricos.
  • Migração ambiental: As mudanças climáticas e a degradação ambiental estão forçando milhões de pessoas a abandonar suas casas e buscar refúgio em outros países.
  • Segurança alimentar: A produção de alimentos está ameaçada por eventos climáticos extremos, como secas e inundações, o que pode levar à instabilidade política e social.
Leia Também:  Isan Rezende entrevista Emílio Mouchrek, presidente da SMEA e do Conselho Técnico-Científico da Avimig

A entrevista completa está disponível na plataforma do podcast “Pensar Agro”:

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

Published

on

O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

Leia Também:  Mercado de milho começa o ano travado no Sul, mas contratos futuros avançam na B3

 

Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

BOA VISTA

RORAIMA

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA