Agronegócio

Exportações brasileiras de algodão devem bater recorde em 2025, aponta Cepea

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As exportações de algodão do Brasil continuam em ritmo acelerado. De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o volume embarcado em outubro foi o maior da série histórica para o mês e o segundo maior de 2025, ficando atrás apenas do registrado em janeiro.

Os pesquisadores destacam que o bom desempenho é resultado do avanço no beneficiamento da pluma e na logística de escoamento do expressivo excedente interno, além da competitividade dos preços externos, que têm se mostrado mais atrativos que os praticados no mercado doméstico.

Volume acumulado já supera anos anteriores

Até a primeira semana de novembro de 2025, o Brasil já exportou 2,326 milhões de toneladas de algodão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Esse volume é superior ao total embarcado em todos os anos anteriores, exceto 2024, quando o país enviou 2,77 milhões de toneladas ao exterior.

O ritmo atual indica que o setor deve superar o recorde de 2024, consolidando 2025 como o melhor ano da história para as exportações de algodão brasileiras.

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Perspectivas para o fim do ano

Com o ritmo diário de embarques se mantendo elevado em novembro, o Cepea avalia que o resultado anual deve ultrapassar a marca histórica do ano passado. O cenário reflete o forte desempenho do agronegócio nacional, especialmente em produtos de alto valor agregado, como o algodão, cuja qualidade e volume têm garantido crescimento nas vendas externas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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