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Exportações globais de café crescem 9,2% em dezembro, impulsionadas por robustas asiáticos e arábicas da América Central

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Exportações mundiais retomam crescimento em dezembro

As exportações globais de café verde apresentaram alta de 9,2% em dezembro de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 10,15 milhões de sacas de 60 kg.

De acordo com o relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC), o resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento das exportações de grãos robusta da Ásia e dos arábicas da América Central.

Robustas lideram crescimento com forte desempenho asiático

O café robusta registrou o avanço mais expressivo, com crescimento de 26,5%, somando 4,5 milhões de sacas exportadas. O destaque ficou por conta do Vietnã, maior produtor mundial do tipo, que teve aumento de 31,1% nas exportações no período.

Além do Vietnã, Uganda e Indonésia também apresentaram desempenho positivo, elevando o volume embarcado de robustas — grãos amplamente utilizados na produção de cafés solúveis e blends para espresso.

Café arábica tem leve retração nas exportações

Em contrapartida, as exportações de café arábica — conhecido por seu sabor mais suave — recuaram 1,5% em dezembro, totalizando 5,65 milhões de sacas.

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Dentro da categoria, os colombian milds apresentaram queda de 19,4%, com 1,11 milhão de sacas exportadas, enquanto os brasileiros naturals recuaram 11,9%, para 3,01 milhões de sacas.

Arábicas centro-americanos se destacam com forte alta

A única categoria a registrar forte crescimento foi a de “outros suaves”, que inclui cafés produzidos em Honduras, Nicarágua e Peru. As exportações desse grupo avançaram 61,7%, alcançando 1,53 milhão de sacas no mês.

O desempenho reforça a recuperação das lavouras centro-americanas e a crescente demanda global por arábicas premium, especialmente em mercados da Europa e América do Norte.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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