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Feicorte 2026 reunirá 14 raças e reforça vitrine da genética da pecuária brasileira em Presidente Prudente

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Feicorte consolida posição como principal vitrine da pecuária de corte no Brasil

A Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne – reforça em 2026 seu papel como uma das principais vitrines da genética bovina no país. A edição será realizada entre os dias 23 e 26 de junho, em Presidente Prudente (SP), no Recinto de Exposições Jacob Tosello, com ocupação total dos pavilhões e a presença de aproximadamente 600 animais de 14 raças diferentes, incluindo bovinos, ovinos e equinos.

Os animais começam a chegar ao recinto no dia 20 de junho e passam por rigoroso controle zootécnico e sanitário, com acompanhamento de médicos-veterinários, zootecnistas e estudantes da Unoeste.

Segundo a organização, a limitação de espaço reforça o crescimento do evento e sua consolidação no calendário da pecuária nacional.

Nova estrutura amplia dinamismo dos julgamentos e inclui animais rústicos

Uma das novidades da edição 2026 é a mudança na estrutura dos julgamentos, que passam a ocorrer em duas pistas laterais, liberando o centro da feira e tornando as avaliações mais dinâmicas.

Outra inovação é a realização, pela primeira vez no Estado de São Paulo, de julgamentos de animais rústicos, ampliando o escopo técnico da exposição.

“Não temos mais vagas físicas para alojar animais, o que demonstra a força do evento. Teremos uma vitrine completa com zebuínos, taurinos, ovinos e equinos”, destaca o zootecnista e responsável pelos animais da Feicorte, Neimar Nagano.

Raças reforçam foco em genética, produtividade e carne de qualidade
Angus retorna às pistas com foco em animais rústicos

A raça Angus participa com cerca de 40 animais, marcando seu retorno oficial às pistas de julgamento da Feicorte. O destaque será a apresentação de animais rústicos criados a campo.

A Associação Brasileira de Angus reforça a importância do evento na consolidação da raça no cruzamento industrial voltado à carne de qualidade no Brasil.

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Bonsmara destaca fertilidade e eficiência em sistemas tropicais

Com 22 animais expostos, o Bonsmara apresenta sua adaptabilidade aos trópicos e alta fertilidade. A raça, originária da África do Sul, é reconhecida pela precocidade sexual e eficiência produtiva em cruzamentos industriais.

Em sistemas de produção, seus produtos podem ser abatidos entre 18 e 24 meses, com desempenho de até 22 arrobas e acabamento de gordura uniforme.

Brahman leva dados científicos e avaliação de carcaça

A Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB) participa com nove animais e programação técnica que inclui degustação, desfile de rústicos e análise de carcaça.

O destaque é o uso de dados zootécnicos e genéticos, reforçando a raça como referência em eficiência produtiva, fertilidade e qualidade de carcaça.

Brangus apresenta adaptação e carne premium

Com 30 animais, a raça Brangus reforça sua vocação para cruzamentos industriais e produção de carne de alta qualidade.

A programação inclui workshop técnico e atividades de pista, destacando a adaptabilidade da raça às condições brasileiras.

Canchim evidencia genética nacional voltada à exportação

Desenvolvido pela Embrapa, o Canchim participa com 24 animais, destacando sua combinação entre rusticidade e alto rendimento de carcaça.

A raça tem ganhado atenção internacional, impulsionada por ganhos em fertilidade, peso e eficiência produtiva.

Caracu amplia presença com foco em versatilidade

A raça Caracu leva 18 animais, com destaque para a variedade mocha. O objetivo é reforçar sua utilização em cruzamentos e ampliar o contato com produtores.

Nelore aposta em marmoreio e avaliação científica

Com 25 animais selecionados, o Nelore apresenta linhagens avaliadas por ultrassonografia de carcaça, com foco em marmoreio, área de olho de lombo e qualidade de gordura.

A raça também reforça sua presença comercial e social, com histórico de forte impacto na pecuária regional.

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Ovinos Suffolk ganham destaque com exposição nacional

A ovinocultura marca presença com a Exposição Nacional Suffolk, reunindo cerca de 100 animais.

A raça se destaca pelo crescimento rápido e produção de cordeiros pesados, integrando julgamentos, leilão e degustações.

Santa Gertrudis destaca avanço genético e eficiência produtiva

Com 97 animais, a raça Santa Gertrudis apresenta julgamento nacional e evolução em programas de melhoramento genético, com aumento de 20% no uso de touros em centrais.

Sindi é a maior delegação da feira com foco em marmoreio

A raça Sindi lidera em número de animais, com 98 exemplares, e destaca resultados de ultrassonografia de carcaça com altos índices de marmoreio e área de olho de lombo.

Texas Longhorn estreia na Feicorte com rusticidade extrema

Em sua primeira participação, a raça Texas Longhorn apresenta oito animais, chamando atenção pela rusticidade e desempenho em cruzamentos industriais, inclusive com altos índices de marmoreio.

Wagyu reforça certificação e genética premium

Com 20 animais, o Wagyu destaca programas de certificação genética e participa do Leilão Pecuária Solidária, com oferta de doses de genética de alto valor agregado.

Equinos movimentam leilão e atraem público especializado

O setor equestre conta com 35 animais das raças Quarto de Milha e Paint Horse, além do 3º Leilão Feicorte, reforçando a integração entre pecuária e mercado de cavalos de alto desempenho.

Feira reforça integração da cadeia produtiva da carne

A Feicorte 2026 consolida sua posição como um dos principais eventos técnicos da pecuária brasileira, reunindo genética, ciência, mercado e produtores em um ambiente voltado à eficiência produtiva e à valorização da carne de qualidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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