Agronegócio

Fertilizantes de alta performance são essenciais para produtividade e segurança no campo brasileiro

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O produtor rural brasileiro tem se tornado cada vez mais exigente na escolha de fertilizantes, impulsionado por mudanças climáticas, variações nos preços das commodities e a busca por maior rentabilidade. Nesse cenário, adotar insumos de alta qualidade e estratégias de manejo precisas se tornou essencial para garantir produtividade e sustentabilidade nas lavouras.

Fertilização equilibrada garante potencial produtivo da soja

A soja, principal cultura do agronegócio nacional, ocupa mais de 48 milhões de hectares e continua sendo um pilar econômico do país. Para atingir altos níveis de produtividade, a cultura exige reposição adequada de nutrientes, correção da acidez do solo e preparo para adversidades climáticas.

Segundo Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro, “o produtor busca não apenas oferta de insumos, mas também qualidade, eficiência e segurança na reposição dos nutrientes”. O apoio técnico aliado a fertilizantes de última geração é apontado como diferencial competitivo para lavouras mais produtivas e sustentáveis.

Manejo eficiente vai além da aplicação de fertilizantes

Um manejo nutricional eficaz começa antes do plantio, incluindo controle de plantas invasoras e preparo adequado do solo. A utilização de fertilizantes tecnológicos e adaptados às condições locais favorece o estabelecimento uniforme das plantas, aumentando resiliência a variações climáticas e doenças.

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Ferramentas como análise química do solo, adubação de precisão e monitoramento contínuo se consolidam como pilares para estratégias de manejo bem-sucedidas.

Gestão nutricional otimiza resultados e reduz riscos

Em um contexto de custos elevados e desafios climáticos, a gestão criteriosa dos fertilizantes é crucial para:

  • Otimizar a produtividade;
  • Reduzir perdas e desperdícios;
  • Preservar a qualidade do solo;
  • Garantir competitividade no agronegócio brasileiro.

A GIROAgro oferece um portfólio completo de soluções nutricionais e fisiológicas, adaptadas às diferentes culturas e regiões do país. Com tecnologias inovadoras, logística eficiente e suporte técnico especializado, a empresa contribui para que os produtores executem o manejo com confiança, segurança e resultados sustentáveis, destaca Leonardo Sodré.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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