Agronegócio

Floradas favorecem avanço da safra de mel e mantêm boa produtividade no Rio Grande do Sul

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Condições favoráveis impulsionam a produção de mel no RS

O mais recente Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado mostra que a safra de mel segue em ritmo positivo no Rio Grande do Sul, impulsionada pelas boas floradas de soja, nabo, eucalipto, inhapindá e outras espécies. As condições atuais têm favorecido a movimentação nas colmeias e garantido boas perspectivas para os apicultores.

Segundo o boletim, a intensa atividade das abelhas é um indicativo de que a temporada deve manter resultados satisfatórios. A produtividade está considerada boa na maior parte das regiões, refletindo o equilíbrio entre clima, floradas e manejo adequado.

Regiões com floradas reduzidas exigem atenção

Apesar do cenário otimista, a Emater/RS-Ascar relatou casos pontuais de redução nas floradas em determinadas áreas do estado. Essa variação pode impactar parte da produção e requer monitoramento constante para avaliar eventuais reflexos na produtividade das colmeias.

O órgão técnico recomenda acompanhamento contínuo por parte dos apicultores, garantindo a adoção de medidas preventivas e ajustes de manejo quando necessário.

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Manejo focado no fortalecimento das colmeias

O informativo também detalha que os apicultores estão concentrando esforços no fortalecimento das colmeias, estimulando a postura da rainha e o controle da enxameação. As ações incluem manutenção das caixas, ajustes no espaço interno, divisão de enxames, revisões periódicas e organização da colheita.

Essas práticas contribuem para manter colmeias equilibradas e produtivas, reduzindo perdas e otimizando o aproveitamento das floradas disponíveis, além de garantir a qualidade do mel produzido no estado.

Perspectivas positivas para a safra

Com o clima favorável e floradas abundantes em grande parte do território gaúcho, a safra de mel 2026 tende a manter resultados consistentes, segundo a Emater/RS-Ascar. O bom desempenho reforça a importância do setor apícola na economia rural do Rio Grande do Sul, que segue se destacando pela qualidade e volume da produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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